Publicidade
Blogs

Não deu para manter a rotina em Parintins

30/06/2016 às 15:38
Show paris

Fiquei esta última semana vivendo num mundo paralelo chamado Parintins - para quem não conhece, um município amazonense que abriga um dos principais festivais folclóricos do mundo! Admito, sou bairrista, e já deu para perceber que sou apaixonado pela Ilha Tupinambarana e pela festa que tradicionalmente acontece no último fim de semana de junho. Quando a Mônica Prestes foi confirmada como coordenadora da equipe de cobertura do jornal e Portal A Crítica e me convocou para a missão, ela me desafiou a caminhadas diárias pela Ilha, para manter o foco na prática de exercícios que tanto eu quanto ela tínhamos adquirido recentemente. Claro que topei na hora!

Arrumei na mala meu melhor tênis, camisa própria para atividades físicas, short de compressão (indispensável para gordinhos haha) e tudo que tinha direito para poder chegar aqui hoje e dizer que mesmo trabalhando o dia inteiro numa rotina corrida eu tinha conseguido manter o foco. 

Acontece que voltei ontem, com uma mala desarrumada, cheia de roupas usadas e amassadas. Apenas poucas coisas estavam limpas, entre elas o tênis (que nem sequer saiu da sacola de plástico) e a camisa. É, não deu. Infelizmente, porque estava bem curioso como nos sairíamos debaixo deste sol para cada cabeça que existe em Paris. Teve gente da equipe que disse que conseguiu, acordando perto das 6h para dar umas voltas no quarteirão. Eu particularmente não vi, mas não duvidei do Jackson Marinho. Isso aí!

Mas como tem que ser, dei uma compensada na alimentação. Claro que arroz integral e derivados do tipo estavam fora de questão, mas comendo pouco e nas horas certas, bebendo pouco refrigerante e bastante água e evitando as sobremesas parecem ter ajudado a eu manter o equilibrio. O único problema nisso tudo foi a cerveja, mas aí é outra história...

Fica aqui o meu agradecimento e parabenização a todos os envolvidos na realização deste 51º Festival, até fora da nossa equipe e da equipe da TV A Crítica. Foi de  fato o festival da superação, da reinvenção, da importância da independência. Desejo apenas que o profissionalismo reine cada vez mais forte e vida longa ao boi-bumbá, uma das nossas mais fortes identidades culturais.