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Alex Deneriaz é enterrado e recebe homenagens

Colunista foi enterrado ao som de músicas que marcaram sua trajetória 23/04/2015 às 19:57
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Família e amigos de Deneriaz se emocionaram durante a despedida
Luciano Falbo Manaus (AM)

Ao som de músicas que marcaram a trajetória do colunista, o corpo de Alex Deneriaz foi enterrado na tarde desta quinta-feira (23) no Cemitério São João Batista, na Zona Centro-Sul de Manaus. As canções, tocadas pelo flautista Cláudio Abranches, emocionaram familiares e amigos do jornalista amazonense. No repertório da despedida, estavam canções como La Vi En Rose , Can't Take My Eyes Off You, My Way e New York, New York.

“Ele nos deixa o legado da alegria, da festa, da informação,  da luta pela Amazônia, uma bandeira que ele sempre levantou. Fica para nós, o brilho dele”, disse Humberto Papaleo, irmão de Alex Deneriaz.

Iriane Câmara afirmou que as lembranças boas ficarão.  “Conheço o Alex desde os 10 anos de idade.  Fomos vizinhos. Eu fui embora de Manaus e moro há 10 anos em Ribeirão Preto (SP). Agora, que voltei soube que ele estava doente e ninguém esperava. Estamos todos muito abalados”.


“O que fica são as lembranças boas, o brilho dele. O Alex fazia de tudo pelas amizades que ele prezava”, completou Iriane.

“Todo mundo o amava. Era amigo de todo mundo. Ele é inesquecível”, disse, emocionada, Cláudia Lobato.


Waisser Botelho afirmou  que Deneriaz era um excelente profissional e tinha sede de viver. “O que o Alex deixa hoje é uma saudade grande para a gente, porque ele partiu muito cedo. Ele  deixa um ensinamento para todos: nós temos que aproveitar a vida, acabar com intrigas, viver em harmonia. Dizer para as pessoas o quanto a gente gosta delas”, afirmou.

Amigos homenagearam o colunista cantando as canções “Segura na mão de Deus”, “Oração de São Francisco” e “Como é grande o meu amor por você”, no fim da cerimônia fúnebre. Uma demorada salva de palmas encerrou a despedida de Alex Deneriaz, que morreu aos 52 anos na terça-feira (21) no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, vítima de uma bactéria que se alojou no coração, supostamente durante uma viagem a Barbados, no Caribe.