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Amazonas é um dos cinco Estados brasileiros a reduzir o número de casos prováveis de dengue

Segundo o Ministério da Saúde, com 4.131 registros possíveis da doença em 2015 em comparação aos 6.638 registrados em 2014, o Estado teve queda de 37,7% 15/01/2016 às 17:12
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Além do AM, os estados do Acre, Roraima, Piauí, bem como o Distrito Federal, também apresentaram redução
Lucas Jardim Manaus (AM)

O Amazonas foi um dos cinco Estados brasileiros que apresentaram redução no número de casos prováveis de dengue em 2015. Segundo o Ministério da Saúde, com 4.131 registros possíveis da doença em comparação aos 6.638 registrados em 2014, o Estado teve uma queda de 37,7%.

Além dele, os Estados do Acre, Roraima, Piauí, bem como o Distrito Federal, também apresentaram redução. O Acre, em especial, conseguiu diminuir drasticamente o potencial de incidência da enfermidade. O Estado foi de 28.028 casos registrados em 2014 para 5.819 no ano seguinte, ou seja, -79,2%.

Por região

A despeito de Estados como Pará e Tocantins terem tido aumentos expressivos no número de casos prováveis (Tocantins superou o dobro de registros de 2014 em 2015), a Região Norte foi a única que fechou o ano passado com redução, indo de 48.027 para 34.110 - uma redução de 28,9%

Em contrapartida, a região Sudeste, que já tinha o maior número de casos prováveis em 2014 (310.725), experimentou um salto gigantesco nesse índice, com a dengue podendo ter atingido mais que o triplo desse número, chegando a ser registrada mais de 1 milhão de vezes.

Ajuda federal

Para lidar com a epidemia de dengue, bem como os registros de caso de febre chikungunya e zika, todas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, o Governo Federal liberou R$ 143,7 mil extras destinados a ações de combate ao inseto.

Deste montante, R$ 4,8 milhões foi destinado ao Amazonas e, segundo o Ministério da Saúde, o valor encontra-se totalmente liberado a partir desta semana. “Com este reforço financeiro, os estados e municípios vão poder potencializar as medidas de combate ao Aedes aegypti para evitar a transmissão de dengue, chikungunya e Zika”, declarou Marcelo Castro, responsável pela pasta.