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Cotidiano
Economia

Amazonas tem queda nas vendas do varejo em março, em comparação ao ano passado

Segundo o IBGE, houve recuo de -9,9% no volume de vendas do varejo no Estado em comparação a março de 2015. A redução é a 16ª taxa negativa entre todos os estados da federação 11/05/2016 às 17:46 - Atualizado em 11/05/2016 às 17:50
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(Foto: Clovis Miranda)
Redação

O volume de vendas do varejo no mês de março, no Amazonas, em comparação ao mesmo período de 2015, recuou -9,9%, na série sem ajuste sazonal. A redução é a 16ª taxa negativa entre todos os estados da federação.

No ano, o varejo acumulou redução de -11,1%. O acumulado dos últimos 12 meses (-8,9%) registrou a 4ª perda mais intensa da série histórica, iniciada em dezembro de 2001, e manteve a trajetória descendente desde julho de 2015 (-0,6%).

Comércio nacional

Em março de 2016, na série com ajuste sazonal, o comércio varejista nacional registrou recuos de -1,7% no volume de vendas e de 0,2% na receita nominal, em relação ao mês anterior.

Para receita nominal as taxas são positivas e negativas: 0,9% frente a março de 2015, -0,9% no acumulado no ano e -0,5% no acumulado nos últimos 12 meses.

O comércio varejista ampliado (varejo e mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção) voltou a registrar variação negativa para o volume de vendas sobre igual mês do ano anterior (-11,3%) dando continuidade a uma descendente iniciada em dezembro de 2014

Para receita nominal, o decréscimo em março de 2016 em relação a março de 2015 foi de -4,6%.

As taxas acumuladas para o volume de vendas foram de -12,7% no ano e de -12,7% nos últimos 12 meses, enquanto para receita nominal as taxas ficaram em -5,8% e -6,4%, respectivamente.

Unidades da federação

Na comparação com março de 2015, 26 das 27 unidades da federação registraram queda, com destaque para os maiores recuos: Amapá (-22,1%), Acre (-16,7%), Bahia (-12,3%), Pará (-11,9%). Quanto às maiores participações negativas na composição da taxa do varejo, destacaram-se, pela ordem: São Paulo (-4,7%), seguido por Rio de Janeiro, com -4,5%.