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Cotidiano
ECONOMIA

Após dois meses em queda, setor de Serviços do Amazonas volta a crescer

Desempenho do Amazonas em março foi o 5º melhor do País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 15/05/2018 às 20:55 - Atualizado em 15/05/2018 às 22:32
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Foto: Reprodução/Internet
acritica.com Manaus (AM)

O setor de Serviços do Amazonas cresceu 3% (série com ajuste sazonal) no último mês de março em relação a fevereiro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Março foi o primeiro mês do ano em que a área registrou crescimento. Os meses de fevereiro e janeiro foram fechados com quedas de 1,6% e 7,5%, respectivamente.

Em relação a março de 2017, o volume de serviços variou 2,8%. O acumulado no ano ficou em 0,1% e o dos 12 meses em 1,2%.

O desempenho do Amazonas em março foi o 5º melhor do País. Tocantins (29,9%), Distrito Federal (4,1%), Maranhão (3,8%) e Ceará (3,6%) ficaram à frente do Estado.


Nove dos dez melhores desempenhos em março foram de estados do Norte e Nordeste. Fonte: IBGE

Receita nominal

Já na receita nominal, que em seu cálculo não sofre a deflação do período, o Amazonas cresceu 4,0% em março, recuperando parte das quedas de janeiro (10,3%) e fevereiro (3,2%). Com isso, o acumulado desse indicador no ano ficou em 1,6%. E a variação dos últimos doze meses foi a 5,5%.

Resultado nacional

Apenas oito dos 27 estados acompanharam o índice nacional (-0,2%) e tiveram recuo no volume dos serviços em março de 2018, na comparação com fevereiro. Entre os resultados negativos, destaque para o Rio Grande do Sul (-2,9%), que teve a terceira taxa negativa seguida, com perda acumulada de 7,3% nesse período. As principais taxas positivas vieram do Rio de Janeiro (0,8%), do Distrito Federal (4,1%) e de São Paulo (0,2%).

Em relação a igual mês de 2017, a queda do volume no Brasil (-0,8%) foi acompanhada por 22 das 27 unidades da federação. Os recuos mais importantes foram observados em Minas Gerais (-3,2%), Bahia (-6,9%), Rio Grande do Sul (-3,7%) e Ceará (-8,9%). Já a expansão mais relevante para o índice nacional veio de São Paulo (1,4%).

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