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Assaltos migraram para orla após Ronda no Bairro, diz tenente da Companhia Fluvial

Mesmo com o registro de ocorrências em comunidades ribeirinhas, diligência fluvial continua sendo feita para coibir ação dos bandidos  04/01/2013 às 12:09
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Uma das viaturas do programa em diligência em um das seis zonas de Manaus
acritica.com Manaus (AM)

“Ocorrências na orla aumentaram sensivelmente, após o Ronda no Bairro”. A informação é do 1º tenente-PM, Waldemir Reis, que responde pelo subcomando do Batalhão Ambiental e é comandante da 2ª Companhia Fluvial. A migração da criminalidade de Manaus para cidades próximas pode ter ligação com a implantação do programa de segurança pública na capital amazonense.

Não existem ainda números oficiais, mas relatos de moradores e policiais dão conta dos crimes nas últimas semanas.

 “Após o Ronda no Bairro, muitas ocorrências estão sendo registradas nas comunidades de Terra Nova, do Jaraqui e do Arara, explica o  militar, ao informar, no entanto, que o efetivo da Polícia Fluvial sofreu perda com a transferência de policiais para o Ronda no Bairro. Entretanto, disse que mesmo com o efetivo menor, a diligência fluvial continua sendo feita, paralela a um trabalho de inteligência.

 Segundo o tenente, diariamente estão sendo enviadas lanchas para socorrer estas comunidades, mas justifica que “a orla do Careiro é muito extensa e o efetivo  é pequeno para as demandas”. Ele pede à comunidade que ajude no trabalho de inteligência que vem sendo feito em relação a estes crimes, informando à Polícia Fluvial os horários das ações, características físicas e como atuam os assaltantes.  

A polícia fluvial vem fazendo uso de três embarcações para atender as ocorrências. Entre as dificuldades, segundo ele, está o fato de nem sempre poder  prestar socorro de imediato nas situações de mau tempo. “Em casos de temporal não tem como colocar em risco a vida do policial”, disse.