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Caocrimo estima prejuízo de mais de R$ 1 mi em cofres públicos do Amazonas

Trabalho de investigação do Caocrimo constatou que existem 40 câmeras de vigilância para monitorar o trânsito em Manaus, mas parte delas não está funcionando, Prefeitura, contudo, paga pelo serviço 14/12/2012 às 07:54
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Sinalização horizontal das ruas também era objeto do contrato da Consladel
Náferson Cruz ---

O Centro de Apoio Operacional de Inteligência, Investigação e de Combate ao Crime Organizado (Cao-crimo) do Ministério Público do Estado quer a responsabilização do prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PDT), do diretor-presidente do Instituto Municipal de Fiscalização e Engenharia de Trânsito, Walter Cruz, do secretário Municipal de Infraestrutura (Seminf), Américo Gorayeb, e do subsecretário de Serviços Básicos da Seminf,  Sérvio Túlio, por uma série de irregularidades no contrato feito com a empresa Consladel e que deram um prejuízo estimado de mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos do município.

De acordo com procedimento investigatório criminal instaurado em 2011 pelo Cao-crimo, coordenado pelo promotor Fábio Monteiro, os problemas começam no edital de licitação que beneficiou a Consladel na briga por um contrato de R$ 92 milhões. O edital foi assinado por Américo Gorayeb.

Sérvio Túlio é apontado no relatório da investigação por subscrever as notas de empenho (pagamentos) e as prorrogações de contrato com a empresa. Foi ele também quem assinou, após a celebração do contrato, do aditivo que aumentou o valor do negócio em 7,96%, elevando o total para R$ 98 milhões.

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