Publicidade
Cotidiano
Notícias

CAS prorroga redução de taxa de serviços para empresas do polo de duas rodas em Manaus

A redução da Taxa de Serviços Administrativos (TAS) foi prorrogada para julho de 2013 como forma de auxiliar empresas da cadeia produtiva do polo de duas rodas que está em fase de recuperação 11/12/2012 às 08:34
Show 1
Reunião do CAS aprova concessão benefícios fiscais a indústrias em Manaus
Cinthia Guimarães Manaus

Na última reunião do ano do Conselho de Administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus (CAS), realizada nesta segunda-feira (10), o superintendente da autarquia, Thomaz Nogueira, avaliou 2012 como um ano economicamente bom, em que o modelo Zona Franca conseguiu superar a maioria dos índices de 2011, com exceção da crise de produção do setor de duas rodas e da alta do dólar que levaram para baixo alguns números.

A preocupação é tamanha, uma vez que a cadeia de duas rodas é responsável por 20% de participação no faturamento do Polo Industrial de Manaus (PIM), empregando 19 mil trabalhadores.


Para auxiliar o setor, impactado pela restrição de crédito ao consumidor que reduziu drasticamente a produção e as vendas no varejo, ontem os conselheiros autorizaram a extensão para junho de 2013 da redução da Taxa de Serviços Administrativos (TSA) para as empresas da cadeia de duas rodas (fabricantes de motocicletas, bicicletas, motonetas, quadriciclos, etc) que venceria este mês. Esta fonte de receita é paga por todos os segmentos aqui instalados, tendo gerado para a Suframa, em 2012, R$ 200 milhões.

“Utilizamos parte no seu custeio e outra em investimento e desenvolvimento regional. Esses são a destinação da TSA. Não podemos falar em renúncia no caso do setor de duas rodas, porque estamos na verdade deixando de perder atividade econômica”, ressalvou, Thomaz.

Sobre a recuperação deste segmento, Thomaz está otimista. “Já estamos retomando, muito lentamente, creio que vamos ganhar velocidade e competitividade. Além do que a Suframa e as próprias empresas estão trabalhando na abertura de novos mercados, como o mercado sul-americano que consome 2 milhões de motos”.

(A íntegra deste conteúdo está disponível para assinantes digitais ou na versão impressa).