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Caso Belota: 1ª audiência deverá ouvir dez pessoas

Serão sete testemunhas e os três acusados - Jimmy Robert de Queiroz Brito, Ruan Pablo Cláudio Magalhães e Rodrigo Moraes Alves 18/03/2013 às 17:43
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Da esquerda para a direita os suspeitos Jimmy Robert, Rhuan Bruno e Rodrigo Moraes, na sede da DEHS
acritica.com Manaus (AM)

Dez pessoas, entre testemunhas e os acusados, deverão ser ouvidas na primeira audiência de instrução e julgamento do processo que ficou conhecido como “Caso Belota”, envolvendo o assassinato de três pessoas da mesma família em janeiro deste ano e que teve grande repercussão na capital amazonense.

A audiência está marcada para o próximo dia 03 de abril, na 1ª Vara do Tribunal do Júri, da Comarca de Manaus, no Fórum Ministro Henoch Reis, bairro São Francisco, Zona Centro-Sul de Manaus.

Serão sete testemunhas e os três acusados - Jimmy Robert de Queiroz Brito, Ruan Pablo Cláudio Magalhães e Rodrigo Moraes Alves.

O processo nº 0203408-73.2013.8.04.0001 trata do triplo homicídio que teve como vítimas: Maria Gracilene Roberto Belota, Gabriela Roberto Belota e Roberval de Brito Roberto Belota, no dia 22 de janeiro de 2013, em Manaus. O Ministério Público Estadual, por meio do promotor Carlos Fábio Monteiro arrolou três testemunhas.

Jimmy Robert terá duas testemunhas, sendo um homem e uma mulher, as mesmas do acusado Ruan Pablo Cláudio Magalhães. E Rodrigo Moraes Alves terá duas testemunhas.

Os acusados as sete testemunhas serão ouvidos na Sala Padrão da 1ª Vara do Tribunal do Júri. No último dia 28 de fevereiro encerrou-se o prazo para que os advogados apresentassem as respectivas defesas dos acusados.

Carro devolvido

O advogado de Leandro da Silva Colares Pereira entrou com um pedido de devolução de um veículo gol, de cor prata, placas NOK-0124, ano 2009, que foi apreendido no dia do crime e, que estava à disposição da Justiça. Leandro apresentou documentos que comprovam ser ele o proprietário do veículo.

O Ministério Público foi favorável à devolução por entender que o veículo sendo devolvido ao proprietário, não acarretaria prejuízos ao andamento do processo. A juíza Rosália Guimarães, designada pela a 1ª Vara do Tribunal do Júri acompanhou o parecer do MP e entendeu que o referido veículo não era peça-chave para o andamento do processo, deferindo assim, o pedido feito pelo advogado.


*Com informações de assessoria (TJ-AM)