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Centros de pesquisa em software e design carecem de mão de obra específica em Manaus

Um caso que ilustra bem essa realidade é o da Samsung que firmou termo de cooperação com a Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi) 20/10/2012 às 09:01
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Diretor da Samsung, IllHwang Kim (ao centro) assina parceria com Suframa e Fucapi
Renata Magnenti ---

Ao longo dos últimos 50 anos a Zona Franca ganhou destaque como polo fabril, mas desenvolveu-se pouco em pesquisas e estudos tecnológicos. A falta de técnicos e engenheiros na área de informática, por exemplo, preocupa instituições de ensino e mesmo fábricas aqui instaladas. Para driblar essa deficiência, algumas companhias apostaram em centros próprios de pesquisa, como a Nokia e a Samsung. E, do outro lado, instituições prestam serviços e capacitam futuros profissionais. Entretanto, o déficit no setor é alto.

Um caso que ilustra bem essa realidade é o da Samsung que, nesta quinta-feira (18), firmou termo de cooperação com a Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi). “Pedimos o auxílio da Fucapi para formar profissionais que saibam trabalhar na criação de software embarcado para produtos de consumo”, afirmou o gerente-executivo da Samsung Instituto de Desenvolvimento para Informática da Amazônia (Sidia), Júlio Souza.

De acordo com o executivo, o instituto foi criado em 2004 e vem desenvolvendo softwares que são acoplados nos televisores produzidos pela Samsung. Este ano o instituto ingressou também em pesquisa para dispositivo mobile. No entanto, apesar de ter 120 profissionais, entre engenheiros e técnicos, faltam trabalhadores capacitados e com experiência.

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