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Choque de ordem falha no entorno do Mercado Adolpho Lisboa em Manaus

Em duas vias da região, camelôs comercializam frutas, verduras, peixes e cachaça da forma que querem, atrapalhando passagem de carros e pedestres 18/12/2012 às 08:43
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Com as calçadas ocupadas, vendedor monta banca de peixe na pista e força pedestre a dividir espaço com os carros
Florêncio Mesquita ---

Mesmo depois de várias operações da Prefeitura de Manaus para retirada de camelôs que vendem frutas, verduras e peixes, sem nenhuma higiene, no entorno do mercado municipal Adolpho Lisboa, no Centro, nada mudou. Dezenas deles continuam a se amontoar, principalmente, na rua Barão de São Domingos e travessa Tabelião Lessa, para vender alimentos de procedência incerta em carrinhos improvisados.

Eles praticamente interditam as vias, uma vez que, o espaço fica reduzido para a passagem de carros e pessoas. A calçada destinada ao pedestre desaparece e a população é literalmente obrigada a andar em meio aos carros. A confusão é generalizada e a ausência do poder público municipal é evidente e questionado por lojistas da área.

Os peixes, por exemplo, são tratados no próprio local sem nenhum cuidado. Os camelôs  usam apenas um balde de água para lavar o alimento. Entretanto, a água é negra e basta observar durante 20 minutos para ver que a água não é trocada enquanto os vendedores lavam dezenas de peixes no mesmo recipiente. Apesar de parecer impraticável, há vendedor que trata o peixe no próprio asfalto e o coloca a venda na calçada. Alguns deles usam compensado e ou papelões para expor os alimentos.

Frutas, verduras e legumes também são mantidos no chão, sobre caixotes ou em carros de mão. Eles vendem cenouras, tomates, bananas, tucumã, cheiro-verde e limão.

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