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Civic 2014: Honda chega com toque de esportividade no Brasil

Com motor 2.0, o modelo está melhor em acelerações e nas retomadas de velocidade. O carro calcula-se cerca de 5% mais econômico 02/02/2013 às 10:51
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O Civic vem nas versões LXS 1.8 com câmbio manual e automático. Nas versões LXR e EXR 2.0 só encontrado com câmbio automático
Cynthia blink ---

Já é marca registrada da Honda dar aos carros um toque mais esportivo. A linha Civic 2014 não foge à regra. Além do motor 2.0, ganhou 15% de potência, o que significa que está melhor em acelerações e nas retomadas de velocidade, uma vantagem na dirigibilidade em áreas urbanas.

Para as estradas de baixo giro, uma boa novidade é a sexta marcha, que confere rapidez e baixo consumo de combustível. A Honda não informa sobre o consumo oficialmente, mas pela experiência no test-drive calcula-se cerca de 5% mais econômico.

Flex One

O “tanquinho” de partida a frio acabou. O modelo (que está chegando às lojas já como linha 2014) utiliza velas aquecedoras. Funciona assim: quando o motorista destrava as portas pela nova chave do tipo canivete, aciona automaticamente o módulo eletrônico, que envia uma corrente elétrica às velas aquecedoras (uma para cada cilindro), desde que a temperatura ambiente seja inferior a 20ºC, (o que dificilmente vai acontecer em Manaus) e o tanque esteja abastecido com etanol.

A intensidade da corrente elétrica varia de acordo com a temperatura: quanto maior o frio, maior será a amperagem. A Honda chamou essa tecnologia de Flex One.

Com a nova tecnologia o carro ficou mais leve e a bateria foi reforçada. A capacidade da bateria no Civic 2.0 é de 60 A/h. O engenheiro Alfredo Guedes Junior, supervisor de relações públicas da Honda, diz que a retirada do subtanque e de todo o sistema de partida a frio resultou em alívio de 50 kg. Isso porque o Civic com tanque auxiliar possui uma espessa chapa de aço entre o reservatório de gasolina e o motor.

Tecnologia

Outra novidade é que todas as versões do Honda Civic serão equipadas com a  tecnologia Bluetooth, que permite ao motorista atender chamadas sem a necessidade de manuseio do celular e até mesmo sem tirar as mãos do volante.

O modelo mantém ainda o botão (ECON), introduzido na versão 2012, que faz sua condução tornar-se mais econômica, além da central inteligente (i-MID), que exibe em uma tela de LCD colorida de 5 polegadas diversas informações e opera como interface para customização do veículo, sendo que seus comandos estão localizados ergonomicamente no volante.

Impressões

O sistema de direção do carro é excelente, a direção hidráulica é ótima e  o raio para manobrar é curto. Os freios, perceptivelmente são superdimensionados. Quanto ao sistema de suspensão é como o brasileiro gosta. Um modelo que imita o carro europeu, rápido, mas firme, por exemplo: em uma curva pode-se acelerar um pouco mais sem perder a estabilidade.

 É importante ressaltar também, o design do banco proporciona uma boa acomodação, como um abraço, mesmo em alta velocidade e desvios o motorista não “dança” no banco. Quanto à posição do volante, tem regulagem de altura e distância, fica numa posição que não atrapalha a visão do painel.

Conforto

O painel, quase todo digital é de uma leitura fácil com um tipo de cor que não cansa a visão. Quanto ao conforto, é um carro espaçoso, tem uma distância coerente entre os bancos dianteiros e traseiros e, o olhar feminino da repórter observou que, o carro possui muitos porta-objetos.

Outro ganho é  o revestimento do porta-malas que  também passou por alterações, um forro especial, agora também presente na versão LXS. As versões LXR e EXR apresentam ainda o revestimento das alças do porta-malas.

A repórter viajou a convite da Honda.