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Data para fim de paralisação de professores da Ufam deve ser decidida nesta quinta (8)

De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da Ufam (Adua), o Comando Local de Greve defende a saída unificada com o movimento grevista nacional no dia 16 de outubro, com o retorno das atividades marcado para o dia 19. Há, porém, problemas com o caléndário acadêmico a serem resolvidos 07/10/2015 às 17:22
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Na última quinta-feira (1º), plenária aprovou o indicativo de encerramento do movimento paredista para o período de 13 a 16 de outubro, junto com o movimento nacional
Kelly Melo Manaus (AM)

Os professores da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) devem decidir, nesta quinta-feira (8), uma data para sair da paralisação e retomar as aulas da graduação que foram interrompidas há três meses, por conta do movimento grevista. A indicação da data será encaminhada ao Comando Nacional de Greve (CNG) do Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN) que, até sexta-feira (9), deve encaminhar a data oficial para a saída unificada do movimento grevista nacional.
 
De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da Ufam (Adua), José Alcimar de Oliveira, o Comando Local de Greve (CGL) defende a saída unificada no dia 16 de outubro, com o retorno das atividades marcado para o dia 19.

“A Assembleia-Geral de amanhã deve ser mais tranquila que as anteriores que tivemos, mas temos assuntos polêmicos para serem debatidos, como a situação do calendário acadêmico e a análise da proposta do Governo Federal, que é de ceder um reajuste de 10,5% dividido em duas parcelas”, explicou Oliveira.
 
Se as datas de saída e retomada das aulas forem aprovadas, o calendário para os cursos que pararam as atividades deve ser iniciado já no dia 19, com as reposições referentes ao período 2015/1.

Falta de espaço?

“O problema é que um grupo furou a greve e iniciou o 2015/2 no mês passado. Isso pode significar falta de espaço, já que para começar o segundo semestre tem que haver a reposição das aulas. A situação beira o caos”, reafirmou o presidente da Adua, ao mencionar que a administração da Universidade é a responsável por ajustar os conflitos de calendários da instituição.
 
Além da sede, os campi do interior também realizam as assembleias ao longo desta quarta e quinta-feira. Às 14h desta terça-feira, a Adua já realizou a Assembleia-Geral, no auditório Paulo Bürnheim, localizado no setor sul do Campus Universitário, na capital.