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Deputado estadual Adjuto Afonso se defende de acusações

Em resposta a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), o deputado estadual Adjuto Afonso (PP) esclarece que não impediu que os fiscais do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio) realizassem a fiscalização no município de Lábrea, em março de 2010 05/06/2012 às 17:51
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Adjuto Afonso na plateia de solenidade que juntou um caudaloso elenco de nomes da política local
acritica.com Manaus

Em resposta a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), o deputado estadual Adjuto Afonso (PP) esclarece que não impediu que os fiscais do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio) realizassem a fiscalização no município de Lábrea, em março de 2010.

Conforme o parlamentar, mais de 2 mil trabalhadores que tiveram seus comércios, marcenarias e serrarias fechadas, e terem recebido multas elevadas pelos fiscais do ICMBio, realizaram um ato de repúdio em praça pública da cidade. O parlamentar encaminhou, a época, a Polícia Federal (PF), um requerimento solicitando que fosse feita a instauração de um inquérito para apurar os referidos fatos.

Adjuto Afonso informou ainda que o documento apresentou todos os fatos ocorridos, registrado com imagens fotográficas, da presença dos fiscais ICMbio, que de maneira arbitrária, constrangedora e abusiva instalaram o medo entre a população trabalhadora e ordeira em Lábrea.  

“Naquele dia, houve uma grande manifestação popular liderada pelos trabalhadores. Eles estavam revoltados com a ação dos fiscais, que em nenhum momento quiseram conversar com as pessoas. Eu viajei a Lábrea, acompanhado da secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), Nádia Ferreira, para negociar o fim da manifestação e evitar um possível confronto”, explicou.

“Na oportunidade, apresentei uma nota de repúdio com a participação de todos os deputados da Assembleia Legislativa do Amazonas”, completou o parlamentar.

O documento foi assinado pelos 24 parlamentares da Casa, tendo a finalidade de repudiar a forma como ICMBio vinha desempenhando suas ações no interior do Estado, em especial na Calha do Rio Purus, principalmente, em Beruri e Lábrea, prejudicando os trabalhadores extrativistas e fragilizando ainda mais a economia local.

 “Os representantes do ICMBio recusavam-se em discutir as questões que afligiam a classe extrativista. Eles se negavam a dialogar e a prestar esclarecimentos, agindo com extremo autoritarismo sem considerar as dificuldades naturais impostas ao homem interiorano, suas peculiaridades de vida e da região, causando tumulto e indignação generalizada por parte de toda população Labrense”,  comentou Adjuto.

O deputado estadual Adjuto Afonso (PP), a secretária SDS, Nádia Ferreira, o prefeito Gean Barros e os vereadores de Lábrea chegaram a viajar a Brasília, para participarem da audiência pública, na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional, para tratar da operação “Matrinxã”, ocorrida em Lábrea.

Na época, foi encaminhado ao ICMBio um relatório do confronto ocorrido entre moradores de Lábrea e fiscais do Instituto durante a operação Matrinxã.

*As informações foram repassadas pela assessoria de imprensa do deputado estadual.