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Dilma e o ex-presidente Sarkozy discutem crise na zona do euro

Em uma hora de conversa, o ex-presidente destacou que a aproximação ocorrida nos últimos anos entre Brasil e França foi muito importante para o enfrentamento dos grandes temas internacionais atuais 22/10/2012 às 15:47
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O ex-presidente da França, que está no Brasil a convite de uma instituição privada para fazer palestra sobre a crise na zona do euro, solicitou a audiência com Dilma Rousseff
Yara Aquino/ Agência Brasil Brasília

A crise financeira que atinge a União Europeia foi tema de reunião nesta segunda-feira  (22) entre a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy. Os dois também trataram dos conflitos no Oriente Médio e discutiram questões relacionadas ao G20 (grupo das nações mais ricas do mundo). O político francês destacou a contribuição que o Brasil tem a dar no cenário internacional.

Em uma hora de conversa, o ex-presidente destacou que a aproximação ocorrida nos últimos anos entre Brasil e França foi muito importante para o enfrentamento dos grandes temas internacionais atuais. Ele reiterou o apoio à pretensão do Brasil por um assento permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

O ex-presidente da França, que está no Brasil a convite de uma  instituição privada para fazer palestra sobre a crise na zona do euro, solicitou a audiência com Dilma Rousseff. Quando estava em campanha, em 2010, ela foi recebida na França pelo então presidente francês Sarkozy. O fato foi citado por Dilma no encontro. Já empossada, a presidenta esteve com Sarkozy em reuniões internacionais em setembro e outubro de 2011.

O ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, e o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, também participaram do encontro. As informações são da Secretaria de Imprensa da Presidência da República.

Nicolas Sarkozy foi presidente da França de 2007 até maio deste ano. Ele perdeu a reeleição para o socialista François Hollande. Defensor de uma política econômica liberal e de leis rigorosas com os imigrantes, Sarkozy, segundo especialistas franceses, sofreu os impactos de suas ações conservadoras e da crise econômica internacional.