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Dilma passa o dia na Argentina em reuniões políticas e econômicas

A presidenta Dilma Rousseff passa esta quarta-feira (28) em Buenos Aires, capital da Argentina. Dilma tem reuniões com a presidenta Cristina Kirchner e participa da 23ª Conferência Industrial Argentina. 28/11/2012 às 08:27
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Presidenta Dilma Rousseff
Renata Giraldi e Yara Aquino /Agência Brasil ---

A presidenta Dilma Rousseff passa esta quarta-feira (28) em Buenos Aires, capital da Argentina. Dilma tem reuniões com a presidenta Cristina Kirchner e participa da 23ª Conferência Industrial Argentina. A conferência é promovida pela União Industrial Argentina, equivalente à Confederação Nacional da Indústria, e o tema neste ano é Argentina e Brasil: Integração e Desenvolvimento ou o Risco da Primarização.

De acordo com integrantes do governo, o objetivo da conferência é examinar a integração econômica entre os dois países e buscar ações que respondam aos desafios da inserção internacional no mundo contemporâneo. Na reunião com Cristina Kirchner, Dilma examinará os temas das agendas bilateral, regional e global.

O Brasil é o principal parceiro comercial da Argentina. O intercâmbio comercial entre os países passou de US$ 12,9 bilhões, em 2004, para US$ 39,6 bilhões, em 2011. O comércio bilateral é marcado principalmente por bens industrializados. Juntos, Brasil e Argentina têm 60% da população, 64% do território e 70% do Produto Interno Bruto (PIB) da América do Sul.

No primeiro semestre deste ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou estudo que mostra os planos de investimento do setor industrial brasileiro. Pelos planos, devem ser investidos R$ 597 bilhões nos próximos quatroanos. Apenas o setor automotivo receberá 58% dos investimentos, enquanto o de petróleo e gás deve ficar com 48%.

O levantamento englobou dez setores industriais, que foram os principais responsáveis pelos avanços obtidos no Brasil nos últimos anos. Pelo estudo, os setores considerados líderes são: petróleo e gás, mineração, automotivo, papel e celulose, química e eletrônica, siderúrgica, têxtil e confecções, assim como farmacêutico e aeronáutico.

O estudo do BNDES pode ser obtido no site  da entidade.

Edição: Graça Adjuto