Publicidade
Cotidiano
ECONOMIA

Em Brasília, presidente dos Correios esclarece reajuste de tarifa

Os correios afirmam que o aumento também leva em consideração outros custos operacionais, como transporte, salários, aluguéis de imóveis, combustível, e contratação de recursos para a segurança. 07/03/2018 às 13:39 - Atualizado em 08/03/2018 às 09:05
Show sdf
(Foto: Divulgação)
acritica.com

O aumento de 8% sobre a tarifa de encomendas para objetos postados entre capitais e nos âmbitos local e estadual foi tema da reunião entre o presidente dos Correios, Guilherme Campos e o deputado federal Gedeão Amorim (MDB) em Brasília.  O Amazonas sofre com as taxas mais elevadas de frete já que a logística para encomenda chegar até o Estado é difícil pela falta de acesso por estradas. Agora, a preocupação é que lojistas, ou quem vende e compra pela internet  enfrentem grandes prejuízos.

 “Esta é uma grande preocupação neste momento, este é um reajuste alto e que representa muito para quem trabalha com o e-commerce.Essa medida poderá afetar consideravelmente os comerciantes amazonenses, que temem uma redução de 20% das vendas pela internet”, afirma o parlamentar.

Os correios afirmam que o aumento também leva em consideração outros custos operacionais, como transporte, salários, aluguéis de imóveis, combustível, e contratação de recursos para a segurança.

Segundo a diretoria dos Correios, a tendência é que a empresa migre para mercado de encomendas e continue com a atividade postal, com um novo regramento. “Estamos passando por uma crise crescente, e a Empresa só acumula dívidas. Em 2015 tivemos um prejuízo de mais de 2 milhões e meio de reais e em 2016 foram mais 2 milhões e 600”, anunciou Guilherme. 

De acordo com o presidente, no ano passado, o prejuízo só aumento e os Correios fecharam 2017 com um prejuízo de R$ 1 bilhão. “O mundo vive uma mudança grande, a nova forma de e-commerce nos remete a isso, e a única forma de nos mantermos é investir nesses setores” informa.

Gedeão Amorim diz que o encontro com o presidente o alertou para possíveis providências que poderão ser tomadas para solucionar essas questões, principalmente com o intuito de não prejudicar os lojistas do Estado.

*Com informações da assessoria de comunicação.

Publicidade
Publicidade