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Equipes do SOS Enchente limpam igarapé do Mindu pela terceira vez

As equipes de limpeza de igarapés da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp) voltaram, na última sexta-feira (1º), a executar a retirada de resíduos que estão flutuando nas águas do igarapé do Mindu, no trecho que passa sob a Ponte dos Bilhares, na Avenida Constantino Nery. 04/06/2012 às 19:10
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Apesar da grande quantidade recolhida, ainda há muito lixo descendo pelos igarapés até a foz do São Raimundo
Acritica.com Manaus

Esta é a terceira vez que a Semulsp faz a limpeza desse ponto, desde o início da operação SOS Enchente, no dia 8 de maio. Nessa data, a Semulsp limpou o igarapé do São Jorge (na avenida São Jorge) e aproveitou para limpar trechos do igarapé da Cachoeira Grande e do Mindu, retirando, no total dos três canais, aproximadamente 80 toneladas de lixo.

No último dia 24 de maio, após uma chuva muito forte, os detritos novamente desceram pelo igarapé do Mindu até o trecho da Ponte dos Bilhares, ficando represados, sendo necessária uma nova ação de limpeza.

Hoje (segunda-feira, 6), mais de 60 garis voltaram ao local, retirando, pela terceira vez, a enorme quantidade de garrafas PET, embalagens plásticas e de isopor, pedaços de madeira, de móveis, eletrodomésticos e sacolas de lixo doméstico.

Limpeza total

Desde que começou a limpeza emergencial dos trechos de igarapés mais problemáticos, a Semulsp já retirou dos canais 1.693 toneladas de resíduos.

A ação emergencial de limpeza dos igarapés começou em trechos dos canais do Franco, da Cachoeira Grande e do São Raimundo, atendendo os bairros da Compensa, São Raimundo, Presidente Vargas (Matinha), Aparecida e Glória, onde estão concentrados os maiores problemas.

Depois foi estendida aos igarapés de Educandos, do  40, do São Lázaro, da Vovó, do Frade, da Silves (Raiz) e do Mauazinho.

A limpeza está sendo feita não só no centro dos canais, mas também nas margens e, principalmente, embaixo das palafitas onde a maioria dos resíduos está enterrada no leito ou flutuando e entrando nas casas.

A Semulsp colocou 300 garis para atuar na operação emergencial que deve durar pelo menos dois meses e um conjunto de balsas, empurradores, botes de alumínio com motores (rabetas), redes, escavadeiras hidráulicas, etc.