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Cotidiano
ENTREVISTA

'Estou focado nisso', diz Bolsonaro sobre candidatura à Presidência da República

O deputado federal também disse defender a inclusão do índio na sociedade e a manutenção da Zona Franca de Manaus 14/12/2017 às 14:26
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O deputado visitou o Jornal A Crítica nesta quinta-feira (Foto: Euzivaldo Queiroz)
acritica.com Manaus (AM)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) defendeu nesta quinta-feira (14), a inclusão do índio na sociedade e a manutenção da Zona Franca de Manaus. O pré-presidencial chegou na capital manauara por volta das 11h pelo Aeroporto Internacional Eduardo Gomes e foi recebido por centenas de pessoas. Logo em seguida, ele foi entrevistado por jornalistas da Rede Calderaro de Comunicação (RCC).

Durante a entrevista que pode ser conferida no Facebook do Portal A Crítica, o deputado afirmou que caso se torne o presidente do Brasil trabalhará com a intenção de integrar os índios na sociedade brasileira.

"Manaus ocupa um lugar de destaque no cenário brasileiro. Jamais você abandona esse região. Para mim, é a área mais rica do mundo. Além de cuidar da Zona Franca, se tivesse poder para tal, trataria com cuidado e responsabilidade a integração do índio na sociedade. Não se estimula mais a questão de demarcação de terras. O índio quer, no meu entender, se integrar com a sociedade. Se temos na Bolívia um índio presidente, porque o nosso índio precisa ficar confinado", afirmou.

O político destacou que os números elevados de demissões de trabalhadores da Zona Franca foram originados pela redução econômica que o consumidor sofreu nos últimos anos. "O que eu vejo aqui é uma Suframa politizada. A Zona Franca entrou em colapso, porque o consumidor sofreu uma redução econômica. O Brasil precisa aquecer essa economia, assim então, a Zona Franca voltará a ser como antes. Isso (ZF) será mantido", destacou.

O deputado federal também ressaltou que caso se torne presidente do Brasil, os ministros serão escolhidos por competência. "Pessoas incompetentes e bandidos não farão parte do meu ministério. O que mais vemos são ministros corruptos e ex-terroristas. Esse tipo de gente a sociedade não quer ver como autoridade", completou.

Segundo Bolsonaro, a honestidade não é virtude e deve ser uma obrigação para todas as pessoas. "Tenho propostas para o Brasil. Decidi a três anos que não seria candidato ao legislativo e me prepararia, caso meu partido concordasse lá na frente disputar talvez a Presidência da República. Estou focado nesse objetivo. Quando converso com a população, eles acreditam na minha palavra. Eu acredito no Brasil", finalizou.