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Ex-policial "Moa" é absolvido da acusação de tentativa de homicídio

Por unanimidade, o júri entendeu que Moacir Jorge da Costa, o "Moa", agiu por legítima defesa ao disparar contra o taxista Fernando Antônio Almeida de Souza. 14/08/2012 às 16:26
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Moa é absolvido por unânimidade pelo tribunal do júri
Bruno Strahm Manaus (AM)

O ex-policial militar Moacir Jorge da Costa, o “Moa” foi absolvido, por unanimidade dos votos, pelo tribunal do júri da acusação de tentativa de homicídio contra o taxista Fernando Antônio Almeida de Souza em 2002. O julgamento que começou desde as 10h encerrou por volta das 14h30.

Durante o julgamento, nenhuma testemunha compareceu para depor, mesmo quando o juiz ordenou a condução coercitiva de uma delas, que não foi encontrada. Mesmo assim, Ministério Público Estadual (MPE-AM) decidiu levar adiante o julgamento.


O caso

O MPE-AM acusou Moacir Jorge de tentativa de homicídio. Segundo a promotoria, ele teria atirado várias vezes contra o carro em que estava o taxista Fernando Antônio, um dos disparos inclusive o acertou na cabeça, mas não o levou a óbito. O motivo da desavença entre os dois seria por causa da ex-companheira de Fernando que o tinha trocado por Moacir Jorge da Costa.

O veredicto

O defensor público Antônio Ederval Filho, advogado de “Moa”, alegou que seu cliente agiu na condição de legítima defesa para manter sua integridade física, já que Fernando Antônio estava em alta velocidade na direção de Moacir Jorge. O júri aceitou a argumentação e o réu foi absolvido.