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Ex-prefeito condenado a devolver R$ 366 mil ao erário

Entre as irregularidades encontradas nas contas do ex-prefeito Joel Lima estão divergências de valores, ausência de esclarecimentos acerca das despesas com aquisições de imóveis e combustíveis e de documentos comprobatórios de despesas obtidas pela prefeitura 31/05/2012 às 18:35
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O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) emitiu parecer prévio 'favorável com 19 recomendações' nas contas do Governo do Estado de 2011
acritica.com Manaus

O ex-prefeito de Tabatinga Joel Lima foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), na sessão ordinária desta quinta-feira (31/5), a devolver ao erário, entre multas e glosas, o valor de R$ 366 mil, devido às irregularidades encontradas em suas contas do ano de 2005. Além dele, o chefe da Casa Militar do governo do Estado, coronel PM Wilson Martins, também teve as contas reprovadas pelo pleno e foi multado em R$ 13 mil.

Entre as irregularidades encontradas nas contas do ex-prefeito Joel Lima estão divergências de valores, ausência de esclarecimentos acerca das despesas com aquisições de imóveis e combustíveis e de documentos comprobatórios de despesas obtidas pela prefeitura.

Já o chefe da Casa Militar, coronel Wilson Araújo, teve as contas reprovadas, entre outras irregularidades, pela demora no envio de remessas de dados demonstrativos contábeis em 2009, que chegaram até 294 dias, e despesas com hotel, viagens de barcos e aviões (cujos valores ultrapassaram a cota mínima permitida) e por divergência entre os dados bancários informados.

A ex-reitora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) Marilene Corrêa, e o atual reitor José Aldemir Oliveira tiveram recursos negados pelo TCE, que mantiveram a multa de R$ 12 mil aos dois por terem sido encontradas falhas em contratações temporárias por meio do edital nº 53/2009 da UEA.

Na mesma reunião, os conselheiros negaram o recurso do prefeito de Carauari, Francos Santos, e manteve a multa R$ 6 mil em virtude de irregularidades encontradas pelo conselheiro-relator do processo, Josué Filho, nas contas de 2010.