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Falta de lixeiras e educação ajudam a 'sujar' Manaus

O número insuficiente de lixeiras públicas nas ruas e a falta de consciência da população são os principais responsáveis pelo lixo jogado no Centro da cidade 10/12/2012 às 07:48
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Com poucas lixeiras disponíveis, calçadas do Centro ficam tomadas por lixo
acritica.com ---

Ausência de lixeiras e falta de educação e de consciência ambiental das pessoas perpetuam o cenário de sujeira das vias públicas do Centro de Manaus. Se não fossem os depósitos improvisados das bancas dos trabalhadores ambulantes, a situação das ruas do Centro estaria pior.

A presença de lixeiras é rara e o cidadão, caso tenha paciência, precisa andar vários metros segurando o objeto - copo descartável, latinha de refrigerante, papel de bombom, etc. Mas, como observou a reportagem neste final de semana, a maioria das pessoas mantém a mania de jogar lixo na calçada, no meio da rua, no meio fio, nos bueiros e até em caixas de concreto destinadas a alguma futura muda de árvore e tubulação térrea de fio de telefone sem tampa.

No sábado (08), a reportagem percorreu um caminho que abrangeu a rua Epaminondas e seguiu pela rua da Instalação, em toda a extensão do terminal de ônibus. Em seguida, circulou por duas ruas da chamada “zona franca”, como foi o caso da Marcílio Dias, prosseguindo pela Sete de Setembro até a avenida Eduardo Ribeiro. Nesse percurso, pode-se contar nos dedos as poucas lixeiras instaladas na área.

Algumas estavam quebradas e, em um caso, observou-se apenas um local onde, num passado recente, havia um depósito público de lixo. No local, foi instalada uma placa de identificação de linhas de ônibus.

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