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Fast (AM) apresenta elenco para temporada de 2012

O Rolo Compressor apresentou os seus jogadores que terão a missão de levantar a taça de campeão para a torcida. O grupo já está treinando desde dezembro  10/01/2012 às 16:27
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Fast apresentou a equipe que tentará acabar com jejum de 41 anos sem taça
Ivana Vitória Ribeiro Manaus

A temporada no Fast está a todo vapor. Sempre considerado favorito a cada edição do Campeonato Amazonense, o Rolo Compressor apresentou os seus jogadores que terão a missão de levantar a taça de campeão para a torcida. O grupo já está treinando desde dezembro e, nesta segunda-feira (09), fez um treinamento específico comandado pelo técnico português Paulo Morgado.

Os jogadores que fazem parte da equipe são os goleiros Naílson, Preto e Hamilton; os laterais Catatau e Emerson; os zagueiros João Gomes, He-Man e Fábio Gomes; os volantes Souza, Diego, Palheta e Edson; os meias Dinamite, Michel Parintins, Renatinho e Bainha e os atacantes Beá, Joiner Manicoré, Kelvin, Júnior Lacraia, Júnior Negão, Nando e Juninho. De acordo com o treinador, a equipe pode sofrer alguns cortes e ainda existe a possibilidade da contratação de mais um volante e zagueiro.

A pressão em cima do clube é grande devido ao jejum de títulos, mas o treinador não tem ansiedade nenhuma.

“Não criamos pressão, vamos trabalhar para no final sairmos na frente”, declarou. Essa é a segunda passagem de Paulo pelo futebol local e, hoje, ele afirma que conhece melhor o campeonato. “Agora tenho conhecimento da estrutura do campeonato, que é muito diferente do Europeu“, destacou o português.

O grupo treinou na parte da manhã de nesta segunda e trabalhou a parte defensiva, e no segundo período foi colocado em prática tudo que havia passado para os atletas.

“Não ocorreu tão bem (o treino) como eu esperava. Temos que trabalhar mais e com o tempo eles vão assimilar o meu método de trabalho”, disse.

Catatau  lateral direito do Fast

1  O que fez você trocar o Nacional pelo Fast?
Quando acabou o meu contrato no Nacional, ninguém do clube me procurou para renovar. O Fast me ligou, o Cláudio (Nobre, vice presidente geral do Fast). Já joguei aqui no clube na série C, então já conheço o trabalho deles. E também não tive nenhuma proposta de fora do Estado e, por isso, fechei com o clube.

2  Como está sendo a experiência de trabalhar com o Paulo Morgado?
Está sendo bom. O trabalho dele é igual do Carlos Winck, que também já esteve aqui. Os treinos tem muito trabalho de posse de bola, campo reduzido. Ele é um treinador que nos dá a liberdade de conversar e isso é muito importante para o grupo.

3  Já são 41 anos sem título, a pressão da torcida incomoda o jogador?
É claro que incomoda, porque jogador gosta de ter título no currículo para poder se empregar em outro clube. Mas pelo que notei, existe a pressão aqui no Fast, porém a gente sabe lidar com isso, e também  converso com os jogadores que são mais experientes e que  já passaram por esse tipo de situação para saber lidar. Se Deus quiser, esse ano, a gente sai dessa fila.