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FIEAM promove capacitação para o setor de biotecnologia

Essa capacitação faz parte de um convênio de cooperação internacional entre a União Européia e a América Latina. A proposta do treinamento foi promover a capacitação para pequenos e micro empreendedores com foco em qualificação e formação continuada de empresas para acesso ao mercado externo. 15/10/2012 às 19:17
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FIEAM promove capacitação para o setor de biotecnologia
acritica.com Manaus (AM)

No curso de “Melhores práticas de gestão para internacionalização”, ministrado pelo consultor Luiz Roberto Oliveira, interessados e profissionais da área de comércio exterior conheceram mais sobre o setor de biotecnologia e de como ampliar os negócios de venda de cosméticos para o mercado internacional. A capacitação foi promovida pela Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), através do Centro Internacional de Negócios (CIN Amazonas), nesta segunda-feira (15).

De acordo com o consultor do Programa Setorial Al-Invest, três características impedem o processo de internacionalização e o aumento da competitividade de uma empresa, são elas: informação, tempo e dinheiro.

“A falta de conhecimento sobre o produto e mercado que deseja atender é importante para o planejamento e prospecção no exterior. Quando ocorre dificuldade neste ciclo o retorno financeiro é comprometido e, conseqüentemente, o problema de caixa aparece, desestimulando a busca por clientes de outros países”, explica Oliveira.

Ele ressalta que para atuar no mercado internacional, a diretoria deve estar preparada às novas adaptações, outras realidades, outros concorrentes, e outras experiências. Tal mudança tornará a empresa mais competitiva e segura no atendimento das demandas de culturas e gostos diferentes do habitual.

Aproveitar as oportunidades regionais é algo pouco explorado pelos empresários da região. Na avaliação de Luiz Oliveira, é preciso ter atenção quanto ao marketing verde do produto a ser comercializado nos Estados Unidos, União Européia e demais mercados internacionais que valorizam o negócio sustentável.

“Nunca foi tão fácil exportar, principalmente, porque o Brasil tem um apelo comercial grande vinculado à natureza. A Natura é um exemplo de empresa que soube trabalhar o marketing verde, sendo seus produtos amazônicos bem aceitos pelo consumidor, pois alinhou o marketing dos cosméticos que cuidam da beleza com a preservação das riquezas naturais da floresta”, destaca.