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Fiscalização flagra postos irregulares em Manaus

Cinco postos de combustíveis já foram autuados pelo Instituto de Pesos e Medidas do Amazonas (Ipem/AM) em Manaus, só nos dez primeiros dias do ano. Pelo menos um a cada dois dias 10/01/2012 às 14:40
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Fiscalização encontrou irregularidades no posto Fortaleza, localizado na avenida Álvaro Maia, Boulevard. A bomba estava com a parte elétrica exposta e lacre violado
Mariana Braga Manaus

Indicador de volume e preço inelegíveis ou com defeito, mangueira danificada, vazamento interno nas bombas, lacres violados e a falta de identificação do combustível no mostrador, são algumas das graves irregularidades averiguadas pelos técnicos do Instituto, durante as operações de fiscalização.

Com base nos dados do ano passado, quando o órgão detectou que pelo menos 30, dos 287 postos fiscalizados estavam irregulares, o órgão começou logo no segundo dia de janeiro as fiscalizações. Mais de 70 postos já foram fiscalizados.

Na tarde da última terça-feira (01), 16 técnicos, distribuídos em 8 equipes, se espalharam por todas as zonas da cidade para fiscalizar o cumprimento da portaria 023/ 1985 do Inmetro, que estebelece as condições metrológicas para o funcionamento das bombas. O que apresentou mais problemas foi o Auto Posto Fortaleza, bandeira Texaco, localizado na avenida Álvaro Maia esquina com avenida Mário Ypiranga, Zona Sul.

De acordo com o diretor-presidente do órgão, engenheiro Márcio André Brito, havia até uma bomba solta, com a parte elétrica exposta, o que coloca em risco a segurança do local. “Haviam seis bombas, das quais três foram reprovadas. Duas estavam inutilizadas, sem combustível. Apenas uma estava correta. As irregulares foram lacradas e o posto autuado. O proprietário tem até 48 para regularizar junto às oficinas cadastradas pelo Ipem. Da autuação ele tem até dez dias para apresentar sua defesa”, explicou Brito.

Os 26 pontões localizados na orla deverão também passar pela fiscalização das equipes.

O balanço parcial das ações, apresentado pelo órgão, ontem, foi de que 79 postos já foram visitados, este ano. Dos quais, 663 bombas foram inspecionadas. Vinte e seis delas foram reprovadas. Brito explica que a manutenção das bombas é de responsabilidade das oficinas credenciadas pelo órgão, a serem contratadas pelos postos para que mantenham a correta funcionalidade do equipamento. “Vamos solicitar uma ordem de serviço da última vez que a oficina esteve aqui neste posto. Se essa visita tiver sido feita há pouco tempo, a oficina será penalizada.”