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FUA, mantenedora da Ufam, faz 50 anos

Fundação Universidade do Amazonas foi criada para dar suporte financeiro à instituição 09/06/2012 às 15:56
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Os 50 anos da FUA serão celebrados terça-feira (12) no campus da Ufam, com a inauguração da sede administrativa, entrega de placas e homenagens a ex-reitores
Ana Celia Ossame Manaus (AM)

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) comemora, na próxima terça-feira (12), um marco histórico na trajetória de primeira instituição de ensino superior do País: os 50 anos da Fundação Universidade do Amazonas (FUA), criada pela lei 4.069/1962, da Presidência da República, com o objetivo de ser a mantenedora financeira da instituição de ensino superior.

Pela manhã, haverá sessão solene na Assembleia Legislativa do Estado (ALE) e, à tarde, acontece uma solenidade no campus da Ufam para inauguração da nova sede administrativa, entrega de placas e homenagens a ex-reitores, professores e servidores.

De acordo com a reitora da instituição, professora Márcia Perales Mendes da Silva, a FUA foi um projeto de iniciativa do então senador Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Filho. Ele também foi o autor do projeto de criação da Universidade do Amazonas, instituição destinada ao ensino superior, à pesquisa e à extensão. Ela incorporou a estrutura da primeira instituição de ensino superior do País, a Escola Universitária Livre de Manaós, criada em 17 de janeiro de 1909.

Colegiado

Formada por um colegiado composto pelo reitor eleito e quatro pessoas da sociedade, cujos nomes são aprovados pelo Conselho Universitário (Consuni), a FUA tem entre suas missões aprovar a efetivação de convênios ou acordos com entidades públicas e privadas, além de examinar e julgar o relatório anual da FUA e da Ufam, referente ao exercício anterior, a ser encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU).

O conselho da FUA é constituído atualmente pelo professor e médico Marcus Barros, pela médica Adele Banzaken, e outros três conselheiros que estão em fim de mandato, que são a professora Maria Hercília Truibuzzi, a jornalista Hermergarda Junqueira e o empresário José Nasser.

Ao citar a criação da universidade como um fato histórico marcante tanto para a cidade quanto para o Estado, a reitora destaca o nível de transparência administrativa e de interlocução com a comunidade. “Da forma como a Ufam se coloca na sociedade, não só papel de principal formadora de novos quadros, em todos os níveis, mas na sua importância para o desenvolvimento da região, este Estado não seria o que é atualmente sem a universidade”, explica a reitora.

Segundo ela, em outro aspecto importante, é que o conhecimento produzido pela Ufam da região chama a atenção do mundo e torna a instituição interlocutora nesse processo. “Temos convite para ir aos Estados Unidos mostrar a universidade e tudo o que fazemos aqui”, citou Márcia.