Publicidade
Cotidiano
Notícias

Gado amazonense deve ser vacinado até o dia 30 de agosto

Todo o rebanho vacinado na 1ª etapa da campanha, ocorrida de março a abril deste ano, deve receber o reforço. O criador deve apresentar o recibo da aquisição da vacina e a relação dos animais vacinados à Codesav, para notificação. 17/07/2012 às 16:41
Show 1
Rebanho amazonense deve ser vacinado contra febre aftosa
acritica.com Manaus

A segunda etapa de vacinação contra febre aftosa, que iniciou nesta segunda-feira (16), vai até o dia 30 de agosto. A meta é vacinar mais de 610 mil cabeças de gado em 41 municípios amazonenses.  A imunização é feita pela Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), do Instituto de Desenvolvimento agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam) e da Comissão Executiva Permanente de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Codesav).

Todo o rebanho vacinado na 1ª etapa da campanha, ocorrida de março a abril deste ano, deve receber o reforço. O criador deve apresentar o recibo da aquisição da vacina e a relação dos animais vacinados à Codesav, para notificação. Caso contrário, ele não poderá receber o Guia de Trânsito Animal (GTA), exigido no momento da comercialização.

Esta fase da campanha segue com o intuito de manter o Estado do Amazonas com o status “livre de febre aftosa”, além de reduzir a classificação sanitária do rebanho, de alto para médio risco. Segundo informações dos técnicos da Codesav, a segunda dose, que será aplicada nesta etapa, vai garantir a saúde do rebanho durante o ano. A ação tem parceria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

 “O equilíbrio da balança comercial brasileira sofre influência de 40% do setor primário do país. Um surto de febre aftosa em qualquer região brasileira acaba influenciando a exportação de carne em todo o país”, disse o gerente de defesa e inspeção animal da Codesav, Alberto Holanda.

A doença pode trazer impactos de grandes proporções aos produtores, principalmente porque o município fica interditado. “Todo setor primário é atingido, o trânsito e a comercialização de vegetais e de animais, seus produtos e subprodutos (carne, leite, queijo, couro) ficam proibidos”, reiterou Holanda.