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Homem que morreu dentro de delegacia apresentava sinais de tortura

O homem que morreu na manhã de sábado (10) no xadrez do 5º Distrito Integrado de Polícia (Dip), na rua Luis de Camões, bairro Santo Antônio, Zona Oeste, foi identificado como o segurança Guilherme Queiroz, 24, morador da rua José do Patrocínio, bairro Aleixo, na Zona Centro-Sul 12/11/2012 às 08:49
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IML retira o corpo do homem desconhecido
Joana Queiroz Manaus (AM)

O homem que morreu na manhã de sábado (10) no xadrez do 5º Distrito Integrado de Polícia (Dip), na rua Luis de Camões, bairro Santo Antônio, Zona Oeste, foi identificado como o segurança Guilherme Queiroz, 24, morador da rua José do Patrocínio, bairro Aleixo, na Zona Centro-Sul. A identificação do corpo foi feita por familiares que suspeitam que ele tenha sido assassinado por estrangulamento.

O exame de necropsia feita no cadáver de Guilherme pelo médico legista Roberto Levintal apontou que a morte foi causada por “asfixia mecânica/energia de ordem física e química”, ou seja, foi impedido de respirar.

Neste domingo durante o velório, a família estava revoltada e disse que, a partir desta segunda, vai  recorrer à Justiça para  buscar informações que esclareçam as circunstâncias em que aconteceu a morte e o que a motivou.

“O meu filho não é nenhum cachorro. Eu quero saber como ele morreu”, disse a mãe de Guilherme, a autônoma Ernestina Amorim, 49. Para a família, ele foi assassinado.

Ernestina disse que tem imagens do corpo do filho onde aparecem marcas da sola de coturno, marcas de algemas nos braços e nas pernas e ainda outras escoriações pelo corpo. Além disso, um policial civil teria dito para ela que Guilherme foi morto por asfixia: os policiais teriam colocado um saco plástico na cabeça dele.