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Ipaam lançará edital de concurso público com oferta de 110 vagas

Oitenta das vagas são para candidatos com nível Superior, as outras trinta para quem nível Médio. Salário vai de R$ 3,5 mil a R$ 4,8 mil 20/03/2014 às 10:29
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Antonio Ademir Stroskis se reuniu com ceramistas do polo de Iranduba
Jornal A Crítica ---

Entre os dias 22 e 25 deste mês, será lançado o edital do concurso público que o Instituto de Proteçãoi Ambiental do Amazonas (IPAAM) realizará, ainda este ano, para preencher 110 vagas, sendo 80 para candidatos de nível Superior e 30 para nível Médio.

Há duas faixas de remuneração inicial: R$ 4.839,67 (Superior) e R$ 3.531,95 ( nível Médio). O último concurso público do IPAAM ocorreu em 2008.

O concurso visa à contratação imediata para preenchimento das vagas que foram abertas pelo fim do contrato dos servidores temporários, objeto do processo seletivo realizado em novembro de 2012 com admissão a partir de dezembro daquele ano, mas com validade de apenas um ano, improrrogável.

As provas serão realizadas ainda este ano, com possibilidade de que a maior parte dos aprovados venham a ser admitidos antes das eleições, quando, por conta da legislação eleitoral, o poder público fica impedido de contratar.

O próprio presidente do órgão, Antonio Ademir Stroski, qual esta semana se reuniu com os ceramistas, em Iranduba (a 25 quilêmotros de Manaus) com o objetivo de avançar na regularização ambiental das empresas de produção de tijolo, principalmente combater o uso de madeira adquirida ilegalmente para queima nos fornos das Olarias.

Fiscalização

Nas duas últimas semanas, o IPAAM realizou uma ação de fiscalização nas olarias localizadas em Manacapuru, Iranduba e estrada de Novo Airão, quando constatou que 23 empresas estavam exercendo ilegalmente a atividade, sem a devida licença ambiental ou com a licença vencida. Os técnicos do órgão expediram notificações a estas empresas para se regularizarem.

Segundo o presidente do IPAAM, Antonio Ademir Stroski, que esta semana se reuniu com ceramistas do polo de Iranduba (a 25 quilômetros de Manaus), o objetivo é resolver quem está ilegal porque a permanência desses no setor promove uma concorrência predatória com as olarias que trabalham dentro da lei.,

“Sabemos que é uma expectativa dos ceramistas legalizados que o IPAAM ajude a colocar as coisas em ordem e estamos trabalhando fortemente para isso”, disse Stroski, acrescentando que o Governo do Amazonas vem construindo alternativas para que o pólo cerâmico do Estado possa produzir dentro da legalidade e de forma sustentável.