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Lideranças industriais dos EUA buscam oportunidades na Zona Franca de Manaus

Representantes de agências e órgãos norte-americanos visitaram a Suframa nesta segunda-feira (25), em busca de novas oportunidades de negócio 26/08/2014 às 12:39
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Thomaz Nogueira, da Suframa, ressaltou boa relação comercial com os EUA
Jornal A Crítica ---

Lideranças industriais dos Estados Unidos estiveram reunidos, nesta segunda-feira (25) na Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) com o objetivo de conhecer melhor o modelo e suas oportunidades de negócio.

O superintendente da Zona Franca de Manaus, Thomaz Nogueira dois representantes de agências governamentais norte-americanas: o cônsul comercial Stephen Knode, do Serviço Comercial dos Estados Unidos (ligado ao Departamento de Comércio americano) e Rodrigo Mota, da Agência dos Estados Unidos para Comércio e Desenvolvimento (USTDA, na sigla em inglês).

Nogueira ressaltou a boa relação comercial que a ZFM tem com os EUA, destacando que, embora atualmente empresas com capital asiático sejam mais representativas na região, muitas empresas com capital norte-americano criaram bases produtivas, fomentando a geração de empregos.

O superintendente lembrou, ainda, que o Polo Industrial de Manaus (PIM) está mais próximo dos Estados Unidos do que praticamente todas as capitais brasileiras, bem como capitais de alguns países da América do Sul, o que tornaria a logística, de chegada e saída de insumos e bens finais, mais vantajosa pela região, além de permitir maior estreitamento da relação comercial.

“É muito interessante termos esse diálogo neste momento. Estamos em fase de redesenhar o modelo de desenvolvimento regional para os próximos 50 anos, a partir desta recente prorrogação, e temos um enorme leque de necessidades e oportunidades a discutir”, afirmou Thomaz Nogueira.

Investimentos

O cônsul comercial Stephen Knode declarou que “muitas empresas e investidores americanos procuram o Departamento Comercial dos EUA para entrar no disputado mercado brasileiro e procuram por informações sobre a Zona Franca para potenciais investimentos”. Nogueira aproveitou para lembrar que a Zona Franca é “o portão de entrada ideal para este mercado, sendo responsável pela fabricação de quase a totalidade de motocicletas e televisores, além da maior parte de celulares e bens de informática consumidos no País”.