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Moacir Jorge da Costa, o "Moa", vai a julgamento na terça (14) por crime ocorrido em 2002

Conhecido por ser uma peça chave no Caso Wallace, o ex-policial militar Moacir Jorge da Costa, o "Moa", vai a juri popular na terça-feira (14), no Forum Henoch Reis. Ele é acusado pelo Ministério Público de tentativa de homicidio contra o taxista Fernando Antônio Ameida de Souza, o fato ocorreu no ano de 2002. 13/08/2012 às 18:21
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Moa enfrenta novo julgamento, ele é acusado pelo Mninistério Público de tentativa de homicídio ocorrido em 2002
acritica.com Manaus

Acontece no auditório do Tribunal do Júri, localizado no Fórum Henoch Reis, na terça-feira (14) às 8h15 da manhã, o julgamento do acusado Moacir Jorge Pessoas da Costa, o “Moa”, por tentativa de homicídio do taxista Fernando Antônio Almeida de Souza. O caso está sob responsabilidade do 2º Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

O Ministério Público (MP) será representado pelo promotor de Justiça David Jerônimo. Foram arroladas três testemunhas, duas de defesa e uma de acusação. A previsão é de que o júri se estenda até no máximo 14h do mesmo dia.

O caso

Segundo relatado no processo, na madrugada do dia 2 de janeiro de 2002, na rua 8, Alvorada 2, zona Oeste de Manaus, o acusado Moacir Jorge da Costa, armado com revólver, disparou contra a vítima Fernando Antônio Almeida de Souza, que, mesmo tendo recebido um tiro na cabeça, não morreu e também será ouvido durante a audiência.

O que consta nos autos é que Moacir e Fernando haviam discutido por causa da ex-companheira da vítima, que passou a conviver com o acusado. Quando “Moa” caminhava pelo local, juntamente com um amigo, a vítima em seu veículo fez uma curva em alta velocidade batendo em uma calçada e indo em direção onde estava Moacir e outras pessoas.  

No ato, “Moa” sacou o revolver  e disparou contra o veículo, acertando a vítima na cabeça. Vale salientar que “Moa” não está preso no Amazonas, mas em um presídio federal em outro Estado e será deslocado até a cidade, sob proteção e vigilância para este julgamento. Ele não está preso em razão deste processo, pelo qual responderia em liberdade.