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Mulher acusa amigo de infância de estuprá-la após levá-lo para dormir em casa

Segundo a versão da mulher, o amigo pediu para dormir na casa dela, depois de beberem com um grupo de amigos em um bar, quando tentou estuprá-la. O acusado nega o caso 07/03/2014 às 17:56
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Caso de suposto estupro foi denunciado no 15º DIP
Vinicius Leal Manaus (AM)

Uma mulher de 28 anos compareceu ao 15º Distrito Integrado de Polícia (DIP) na manhã desta sexta-feira (7) denunciando que foi estuprada pelo próprio amigo de infância dela, um consultor de vendas de 31 anos. A vítima, que é administradora, informou que violentada enquanto dormia em casa. O homem nega.

Segundo a vítima, oamigo de infância estava com ela e mais um grupo de pessoas bebendo em um bar no Centro de Manaus, Zona Sul, na quinta-feira à noite. Já na madrugada, o homem perguntou à vítima se poderia dormir na casa dela, no bairro Santa Etelvina, na Zona Norte, e teve resposta positiva.

A administradora é casada e o marido dela não estava em casa. Ela disse que o amigo dormiu em outro cômodo enquanto ela ficou no próprio quarto. A vítima relatou em depoimento no 15º DIP que acordou com o suspeito, ainda embriagado, deitado sobre ela e que o mesmo estava com órgão genital para fora e consumando ato sexual.

Segundo a vítima, ela teria se desvencilhado do homem, trancado o suspeito no quarto e dirigido até a delegacia e, posteriormente, fez exame de corpo delito no Instituto Médico Legal. O resultado desses exames será emitido entre 10 e 15 dias, e apenas depois dessa data será possível saber se realmente houve estupro.

O suspeito não foi encontrado trancado na casa da vítima. Ele foi detido por policiais já na manhã desta sexta, dentro da Centro de Treinamento do Detran-AM, no bairro Santa Etelvina, e levado até o 15º DIP. O homem negou o crime e foi encaminhado ao 26º DIP para prestar depoimento.

Segundo o delegado Walter Cabral, titular do 26º DIP, a comprovação de que ocorreu realmente o estupro só ocorrerá após resultado do exame do IML. A vítima e o suspeito foram liberados. Caso seja comprovada a violência sexual, ele será indiciado por estupro. Se não for comprovado, a mulher será indiciada por calúnia contra o amigo de infância.

O esposo da administradora, que não quis se identificar, estava no 15º DIP e chegou a questionar o “amigo” da moça, se ele realmente consumou o ato sexual. A resposta foi negada. A vítima ainda chegou a discutir com o suspeito quando ele saía para o 26º DIP.