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Novo comando no Conselho Regional de Contabilidade

A contadora Jeanne Figueira assume, nesta segunda-feira, a presidência do Conselho Regional de Contabilidade (CRC-AM), com a proposta de valorizar a profissão 26/02/2012 às 20:57
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Nova presidente, Jeanne Figueira, já assume o cargo fechando convênio em benefício da classe
Jornal A Crítica ---

Nesta segunda-feira (27), o Conselho Regional de Contabilidade do Amazonas (CRC-AM) dará posse a sua nova presidente, a contadora Jeanne Carmen Ramos Luzeiro Figueira, bem como a sua diretoria, com mandato de dois anos. Com a atenção voltada à conquista de direitos, a presidente do CRC-AM planeja firmar acordos junto à Prefeitura, Secretaria da Fazenda (Sefaz), Receita Federal, bem como entidades patronais a fim de dispor de salas em cada repartição para o uso do contabilista.

A intenção é agilizar o trabalho da classe, geralmente, prejudicado pela burocracia. Os projetos também alcançam o público empresarial, trazendo esclarecimentos quanto à responsabilidade e função da classe.

Convênio
Durante a solenidade de posse, que acontecerá  no Auditório Belarmino Lins, na Assembleia Legislativa do Amazonas, às 19h, o Conselho firmará um convênio com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM). O objetivo é denunciar prestações de contas realizadas no interior do Estado que não sejam assinadas por profissionais habilitados.

Os leigos, como são chamados estes profissionais não habilitados, exercem a profissão ilegalmente, segundo esclarece Jeanne. E além de ocuparem o espaço de profissionais qualificados, ainda colocam em risco os gestores  das prefeituras, que podem vir a arcar com as consequências de uma prestação mal feita.

As denúncias são apuradas pelo setor de fiscalização do Conselho, que atende pelo telefone 3236-8117.

O convênio faz parte de uma série de propostas de valorização do profissional de contabilidade. Tanto que, antes da posse, à tarde, o Conselho realizará o Seminário: “Contador - O profissional do momento”.

“Queremos investir na autoconfiança do próprio contabilista, por meio de qualificação e marketing. Somos a engrenagem que faz a economia funcionar. Se pararmos de trabalhar, de confeccionar as guias, por exemplo, o Brasil para de arrecadar”, afirma.