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Novo superintendente da Suframa toma posse dia 10 de janeiro

Thomaz Nogueira é bacharel em direito com atuação na área fiscal e tributária em mais de 30 anos na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) 06/01/2012 às 17:53
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Thomaz Nogueira substituirá flávia Grosso, que deixou a Suframa após denúncias de irregularidades
acritica.com Manaus

O governo federal realiza terça-feira, 10 de janeiro, em Manaus, a cerimônia de posse do novo superintendente da Zona Franca de Manaus, o amazonense Thomaz Nogueira. A posse acontece na sede da Suframa, às 15h, com a presença do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior interino, Alessandro Teixeira, autoridades dos poderes executivo, legislativo, judiciário e Forças Armadas, além de representantes das entidades de classe da região.

Thomaz Nogueira é bacharel em direito com atuação na área fiscal e tributária em mais de 30 anos na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). A nomeação como superintendente da autarquia, foi publicada no dia 9 de dezembro de 2011, no Diário Oficial da União (DOU).

Por ocasião da última reunião do Conselho de Administração da Suframa (CAS), no dia 7 de dezembro de 2011, Thomaz Nogueira comentou sobre os desafios que deverá enfrentar à frente da Suframa, destacando as discussões sobre o futuro do modelo Zona Franca de Manaus,  a prorrogação  por mais 50 anos e a extensão dos incentivos fiscais para a Região Metropolitana de Manaus. Ele também afirmou que vai tratar a questão dos recursos contingenciados da Suframa, para composição de superávit primário, por meio do diálogo com as instâncias envolvidas, além do MDIC e do Ministério da Fazenda. Outra frente de atuação será a defesa do modelo ZFM, ante a Reforma Tributária.


 

Thomaz Nogueira também fez questão de destacar o papel da autarquia. “A SUFRAMA possui uma equipe técnica qualificada e focada no desenvolvimento da Região e estou aqui para agregar esforços nesse sentido. A autarquia gerenciou até agora um modelo de desenvolvimento vencedor que impacta em mais de 25% do território nacional (Amazônia Ocidental) apesar de gerar recursos em um espaço físico mais limitado (o Polo Industrial de Manaus). Ela faz muito mais do que apenas gerenciar benefícios”, disse.

 

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