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Cotidiano
Prefeito ameaçado de ser cassado

Padre prefeito é alvo de cassação no interior do AM

Processos que pedem a cassação do mandato do prefeito eleito de Maués, Carlos Góes (PT), foram apresentados esta semana 09/01/2013 às 09:09
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Primeiro padre eleito no Amazonas, Carlos Góes, é acusado por adversário de ter comprado votos para chegar ao poder
Rosiene Carvalho Manaus

O prefeito de Maués, padre Carlos Góes (PT), virou alvo de pedido de cassação sob a denúncia de ter chegado ao poder as custas de irregularidades como a compra de votos por meio de distribuição de brindes em quermesse da igreja.  Carlos Góes é o primeiro padre eleito no Amazonas. O processo é movido pelo adversário dele nas eleições de 2012, Júnior Leite (PDT), que ficou como segundo colocado pela disputa da Prefeitura de Maués (a 276 quilômetros a Leste de Manaus).

Contra Carlos Góes são movidos dois pedidos de cassação em que Júnior Leite afirma que perdeu a disputa porque o padre cometeu compra de votos, realizou gastos ilícitos, caixa 2 e uso abusivo dos meios de comunicação.

Uma das ações alega, além de distribuição de brindes em quermesse no período proibido pela legislação eleitoral, que o ex-pároco doou fogão a eleitora em troca de votos. De acordo com o advogado de Júnior Leite, Yuri Dantas Barroso, a acusação é feita com base no depoimento das pessoas beneficiadas com os brindes e com a doação do fogão durante a campanha.

(*) A íntegra deste conteúdo está disponível para assinantes digitais ou na versão impressa).