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Para engatar a 5ª marcha nos negócios

Novas startups no Brasil fortalecem um setor ainda pouco conhecido, mas que pode ser decisivo para estruturar projeto tecnológicos em estágio inicial  03/02/2013 às 16:21
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Em conversa com nerds e geeks na Campus Party, especialistas esclareceram o que é, de fato, uma startup
Priscila Mesquita ---

Transformar uma boa ideia em uma empresa lucrativa é um sonho que muitas pessoas têm, mas poucas conseguem realizar. Problemas como plano de negócios mal elaborado, desconhecimento do mercado, falta de capital e de orientação costumam levar milhares de brasileiros ao fracasso. Nesse contexto, cresce no Brasil o número de empresas “aceleradoras de negócios”. Você já ouviu falar delas?

As aceleradoras são empresas que auxiliam potenciais empreendedores a viabilizar o seu negócio em curto período de tempo, com recursos, infraestrutura física, mentoria e oportunidades para que os “acelerados” conversem com investidores-anjo.

Em geral, as aceleradoras selecionam projetos com “cara” de startup, ou seja, que estão em estágio embrionário, mas possuem potencial para gerar lucro rapidamente. Os negócios digitais, por exemplo, estão entre os principais interessados em ingressar nos programas de aceleração.

Mas embora sobrem investimentos para empresas “ponto.com” e outros setores, o nível de qualificação do empreendedor está baixo. Essa é a avaliação do investidor-anjo e fundador da empresa “Aceleradora”, Yuri Gitahy, um dos pioneiros nessa atividade. “A qualidade do empreendedor brasileiro está muito baixa. Nove entre cada dez startups que surgem no País morrem em quatro meses. Ter um modelo escalável não é o mesmo que faturar”, observa.

 (A íntegra deste conteúdo está disponível para assinantes digitais ou na versão impressa).