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Polícia descarta motivação política na morte do coordenador da campanha de Artur Neto

A instituição esclarece  que embora o crime tenha características de execução, até o momento, não há confirmação de que tenha sido motivado por questões políticas. Devido à violação do local do crime, com remoção de provas e da vítima, não pode ser realizada a perícia criminal 23/09/2012 às 16:30
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Artur e Hissa conversam com a viúva do líder comunitário, Irlane, que afirmou desconhecer ameaças contra o marido
acritica. com Manaus

Em nota distribuída à imprensa neste domingo, a Polícia Civil do Amazonas informa que “embora a morte tenha características de execução, não, há, até o momento, confirmação de que haja motivação política”, no fato. A nota frisa ainda que Ademir Feitoza  “não estava em atividade eleitoral" quando foi assassinado.

Feitoza era um dos coordenadores de campanha do candidato a prefeitura de Manaus Artur Neto (PSDB),  Ademir Queiroz Feitoza, assassinado a tiros por voltas das 18 horas deste sábado (22), no bairro Jorge Teixeira Zona Leste de Manaus

Sem perícia

Devido à violação do local do crime, com remoção de provas e da vítima, não pode ser realizada a perícia criminal comumente adotada por esta instituição, mas que as investigações prosseguem sendo feitas pela Delegacia Especializada de Crimes e Sequestros (DEHS).

De acordo com a polícia, o coordenador de campanha foi alvejado com cinco (5) tiros em um bar próximo ao campo de futebol do bairro Jorge Teixeira, na Zona Leste de Manaus por autor ainda não identificado.

Os  tiros foram disparados pelas costas do coordenador, atingindo a cabeça e o braços. Na fuga, o autor do crime teria deixado o local apontando a arma em direção à vítima e se retirando na garupa de uma moto que era dirigida por outro homem. Antes deixar o local efetuou mais disparos, um  para o alto  e em direção a pneus de dois carros próximos.

De acordo com a polícia, ao todo foram disparados 08 (oito) tiros. Uma das cápsulas foi encontrada e entregue à Polícia Militar por um popular. O coordenador foi socorrido por populares e levado ao Hospital Pronto Socorro Platão Araújo, aonde veio a óbito.

A morte do coordenador, segundo a polícia Civil, está sendo investigada pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que foi acionada no momento do crime. Estiveram presentes no local a Delegada Titular Maria Cristina Portugal e o Delegado George Gomes, a  Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).