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Policiais militares terão encontro com o governador José Melo para discutir promoções

Reunião está marcada para acontecer às 15h da quarta-feira na unidade da avenida Djalma Batista da UEA. Caso o encontro não resulte em algo definitivo, o servidores pretendem entrar em greve 11/10/2015 às 19:04
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Nova reunião ficou definida no sábado
jornal a crítica Manaus (AM)

Na tarde de sábado, vários policiais militares se reuniram na sede da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (ACS), na avenida Torquato Tapajós, bairro Flores, Zona Centro-Sul, para definir o que fariam com relação ao último posicionamento do Governo do Estado sobre a questão das promoções e data base da categoria.

Desta vez, juntaram-se ao movimento representantes do Sindicato dos Escrivães e Investigadores da Polícia Civil (Sindeipol), que também cobram do Estado a data base. O presidente do Sindeipol, Rômulo Valente, informou que se trata de uma reclamação coletiva das polícias. “Estamos sentindo na pele o que os militares tanto se queixam”, acrescenta.

Antes da assembleia, após pressão imposta nas últimas semanas pela Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam) por meio de ofícios enviados diretamente ao governo e também constantes reuniões, representantes do gabinete do governador acionaram a diretoria da associação para uma nova reunião, marcada para a próxima quarta-feira, às 15h, na unidade da Djalma Batista da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Dessa vez, a conversa será diretamente com o governador, José Melo.

Uma das exigências do governo é que essa reunião seja com os representantes das associações. Mesmo assim, policiais militares e civis prometem comparecer em peso para acompanhar.

O presidente da Apeam, Gerson Feitosa, ressaltou que todas as formas de negociação foram discutidas com o governo, porém nenhum dos apelos foi atendido. “Já tentamos de tudo. É um absurdo sermos ignorados sempre que propomos algo. Sempre são remarcadas reuniões que não resultam em nada. Se nada for definido dessa vez, vamos ter que paralisar as atividades. Não nos resta escolha. Simples assim. Só lamento”, conclui.

Caso o encontro não resulte em algo definitivo, o servidores pretendem entrar em greve a partir do momento que souberem da resposta do governo. Eles prometem sair do auditório da UEA em passeata pela avenida Djalma Batista até à sede da ACS.