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Por precaução, juíza usa colete durante pleito no Amazonas

A juíza da 6ª Zona Eleitoral do município, Rosália Guimarães, para se precaver da ameaças sofridas dias antes da eleição, faz uso de um colete a prova de bala, além de dispor de escolta policial 07/10/2012 às 14:34
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Rosália Guimarães Sarmento, juíza da 6ª zona de Manacapuru
Náferson Cruz Manaus

A juíza da 6ª Zona Eleitoral do município de Manacapuru (distante a  85 quilômetros de Manaus), Rosália Guimarães, faz o uso de um colete a prova de bala, além de dispor de uma escolta policial, para se precaver das ameaças sofridas dias antes da eleição.

A magistrada disse apenas que não teme as represálias de cunho político. Para garantir ainda mais a tranquillidade no processo eleitoral, tropas do Exército foram postas em pontos estratégicos da cidade. As polícias Federal, Civil e Militar, a todo instante cumprem com diligências nos colégios eleitorais.

Rosália Guimarães ressaltou que o pleito ocorre com tranquilidade em razão das operações preventivas que aconteceram nos dias que antecederam a eleição. 

A magistrada informou ainda que desde as 8h iniciou as diligências nos colégios eleitorais. "Estamos garantindo a paz e segurança para que os eleitores possam escolher livremente seu candidato", ressaltou.

Durante a diligência feita no Colégio Nossa Senhora de Nazaré, no Centro do município, Rosália Guimarães conversou com o candidato a reeleição, prefeito Ângelus Figueira (PV), que chegava ao local com sua comitiva. O canditado disse apenas que estava visintando o colégio e que estava bantante ansioso para o fechamento do pleito.

Após deixar o local, a juíza informou que o processo eleitoral naquele colégio estava ocorrendo dentro da normalidade. 

Até o início da tarde, pelo menos seis prisões ocorreram no município de Manacapuru durante o processo eleitoral deste domingo. Os envolvidos foram presos enquanto faziam 'boca de urna', segundo informou a Polícia Militar.