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Cotidiano
ASSEMBLEIA GERAL

Paralisação: professores da Ufam aderem ao Dia Nacional de Lutas em novembro

Foi decidido que os docentes vão realizar diversas atividades, entre reuniões, participações em congressos e atividades na universidade 30/10/2017 às 21:10
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A realização de um Dia Nacional de Lutas, na véspera da entrada em vigor da Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/2017), sancionada pelo presidente Michel Temer. Foto: Divulgação
Danilo Alves Manaus (AM)

Professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) aderiram com unanimidade, após Assembleia Geral, nesta segunda-feira (30), ao Dia Nacional de Lutas, Mobilizações e Paralisações, realizado em todo o país, no dia 10 de novembro. As informações são da assessoria de comunicação da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua).

Conforme a assessoria, a reunião ocorreu por volta das 15h, na Adua. Foi decidido que os docentes vão realizar diversas atividades, entre reuniões, participações em congressos e atividades na universidade, além de um ato público, no dia das manifestações. O presidente da Adua, Aldair Oliveira de Andrade, disse que a concentração deve acontecer no Centro de Manaus.

“Ainda estamos planejando como serão as atividades e claro, qual o horário e local específico que a categoria vai realizar a manifestação. Nesta terça-feira (1º), nós iremos nos reunir novamente para decidir isso”, explicou. 

A realização de um Dia Nacional de Lutas, na véspera da entrada em vigor da Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/2017), sancionada pelo presidente Michel Temer, teve a adesão reafirmada, de forma unânime, pelos cerca de 2 mil participantes, neste mês, no 3° Congresso da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), entidade a qual a Adua é filiada.  Para Aldair, diversas reivindicações entram em pauta, durante esse ato no dia 10. 

“Acredito que para nós, além dos assuntos de cunho nacional, como a reforma trabalhista, que causa diversos problemas para vários trabalhadores de carteira assinada, somos contra o congelamento dos gastos públicos por 20 anos, falta de recursos para universidades, o programa de demissão voluntária (PDV), além de questões internas como reajuste de salários e outras questões trabalhistas”, contou. 

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