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Projeto apresentado por alunos de arquitetura promete resolver caos no trânsito de Manaus

Segundo o arquiteto e coordenador do projeto, Roger Pamponet, a inspiração surgiu das palafitas construídas em períodos de cheias na cidade 12/12/2012 às 07:55
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Passarela projetada por universitários aliviaria problemas urbanos mostrados por A CRÍTICA no último domingo
acritica.com ---

Um projeto de mobilidade urbana criado por estudantes de arquitetura da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) promete ser a solução para o deslocamento seguro de pedestres e ciclistas, além reduzir a desordem no trânsito de Manaus.

O projeto prevê a construção de uma passarela suspensa sobre as ruas da cidade com 18 quilômetros de extensão. Além da melhoria do trânsito, o projeto propõe uma alternativa de locomoção e contemplação das áreas verdes e igarapés interligando pontos voltados ao lazer e esporte. 

No último domingo, A CRÍTICA mostrou problemas no trânsito que o prefeito eleito, Artur Neto, precisará resolver a partir do próximo ano com alternativas como a sugerida pelos universitários. Situações que vão desde desordem, desobediência, desrespeito e infrações no trânsito cometidas em várias zonas da cidade.

A passarela com altura média de seis metros passa pelas Zonas Centro-Oeste, Centro-Sul e Leste. Ela parte da Vila Olímpica e termina na Ufam e tem em seu trajeto a avenida Djalma Batista, Parque dos Bilhares, Passeio do Mindu, avenidas Umberto Calderaro Fillho (antiga rua Paraíba) e Mário Ypiranga Monteiro (antiga rua Recife), até as avenidas Cosme Ferreira e General Rodrigo Otávio. No entanto, a passarela pode ser prolongada para outras zonas.

A alternativa suspensa possui cobertura com arcos cobertos com vegetação tipo trepadeiras para reduzir o calor e garantir conforto térmico para os usuários.

Segundo o arquiteto e coordenador do projeto, Roger Pamponet, a inspiração surgiu das palafitas construídas em períodos de cheias em Manaus. Depois o grupo comprovou a viabilidade da ideia quando descobriram o exemplo prático de ciclovia suspensa feita em 1890, na Califórnia, nos Estados Unidos.

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