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Sem negociação, greve dos bancários continua no Amazonas

A greve dos bancários foi decidida em assembleia na noite da última segunda-feira (17). O ato reivindica reajuste de 10,25% e mais 5% de aumento real que a categoria considera como reposições de perdas 27/09/2012 às 16:19
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A paralisação inclui bancos públicos e privados. Ano passado, greve durou 23 dias
acritica.com Manaus (AM)

Sem previsão de um acordo, os bancários do Amazonas continuam de braços cruzados. A paralisação das agências bancárias no Estado, por tempo indeterminado, adere ao movimento nacional da categoria. Com a greve, clientes dos bancos são prejudicados com a falta atendimento dos caixas e serviços internos.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários no Amazonas (Seebam), Nindberg Barbosa, até o momento não foi estabelecida nova rodada de negociação. “Essa semana ainda não foi agendada nenhuma reunião para apresentação de propostas e vamos continuar parados”, disse.

Ainda de acordo com o representante do sindicato, 100% das agências da Caixa Econômica Federal (Caixa) e do Banco do Brasil continuam fechadas na capital. Ao todo, 63 agências bancárias pertencentes às redes que atuam no Amazonas estão paradas em Manaus.

O ato reivindica reajuste de 10,25% e mais 5% de aumento real que a categoria considera como reposições de perdas. Os banqueiros oferecem apenas 6%. A categoria reivindica também plano de cargos, carreira e salários, maior participação nos lucros e resultados (PLR) e mais segurança nas agências.

As negociações acontecem desde início de agosto, com constantes rodadas de negociações sem consenso. A paralisação inclui bancos públicos e privados.

A greve deste ano foi decidida em assembleia na noite da última segunda-feira (17). No ano passado, a greve dos bancários no Estado do Amazonas durou 23 dias.