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Servidores do TRT-AM fazem paralisação no Fórum Trabalhista de Manaus, nesta quinta (4)

A manifestação em prol de melhorias trabalhistas dos servidores efetivos deve paralisar os trabalhos no TRT pela parte da manhã 03/09/2014 às 22:05
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Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT) na rua Ferreira Pena, Centro de Manaus
acritica.com* Manaus (AM)

Os servidores da Justiça do Trabalho da 11ª Região (TRT 11) promovem nesta quinta-feira (4), a partir das 8h, um ‘apagão na sede do Fórum Trabalhista de Manaus, localizado na esquina das ruas Ferreira Pena e Silva Ramos, Centro da cidade. A ação faz parte da mobilização nacional pela aprovação do Plano de Cargos e Salários da categoria (PL 6613/09), ainda em tramitação no Congresso Nacional.

“A intenção é concentrar os trabalhadores na frente do Fórum para uma assembleia geral sobre os rumos do processo de mobilização nacional, onde vamos decidir se aderimos ou não à greve por tempo indeterminado, visto que outros dez estados da federação já estão nesse processo”, informa Luis Cláudio Correa, presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho no Amazonas e Roraima (SitraAM/RR).

Ainda de acordo com o sindicalista, todos os setores do Fórum e demais varas trabalhistas foram convocados para a manifestação, que deve paralisar os trabalhos no TRT pelo menos pela parte da manhã.

“A mobilização está mais forte no Centro-Oeste e no Sudeste, mas o Norte e o Nordeste também precisam dar a sua contribuição, visto que só uma mobilização nacional pode fazer frente às barreiras encontradas até agora para o nosso objetivo final, que é a alocação de recursos no orçamento do Judiciário para o pagamento do reajuste proposto no PL 6613/09”, ressalta o vice-presidente do sindicato, Allan Kardec Farias.

O dirigente ressalta que o executivo tem como discurso não negociar com os servidores enquanto estiverem vigentes os resultados da campanha de 2012, quando um reajuste de 15% foi escalonado em parcelas que só terminarão em janeiro de 2015. Ele, porém, enfatizou que a defasagem nos vencimentos dos servidores já chegam 40%, e que a categoria não pode esperar sentada.

*Com informações da assessoria