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Setor termoplástico: Foxconn fecha unidade em Manaus

Mais de 200 pessoas ficaram sem emprego, após fábrica que fornecia peças para a Nokia passar por crise de produção 15/12/2012 às 09:33
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Em crise de produção Foxconn Compenente, localizada em Flores, resolveu encerrar suas atividades nesta sexta-feira (14)
AUGUSTO COSTA ---

A crise do setor de componentes do Polo Industrial de Manaus (PIM) se confirmou nesta sexta-feira (14), com o encerramento das atividades da empresa Foxconn, responsável pela injeção plástica nos telefones celulares da marca Nokia. A fábrica operava em Manaus há cerca de cinco anos com pouco mais de 200 colaboradores e de acordo com sua assessoria de imprensa, a unidade foi impactada pelas alterações da legislação em relação as regras do Processo Produtivo Básico (PPB), que afetou todo o setor termoplástico e sua cadeia produtiva.

Um dos pontos que agravaram a crise nas fábricas que fornecem peças de injeção plásticas no PIM foi o fato da Nokia, principal cliente deste segmento, deixar de comprar componentes das empresas locais e optar pela importação de produtos da China.

O presidente da Associação dos Fabricantes de Componentes da Amazônia (Aficam), Cristovão Marques Pinto, já havia alertado na edição do jornal A CRÍTICA do dia 29 de novembro, que empresas como a Foxconn e Perlos, que fornecem peças de injeção plástica para a fabricante de celular Nokia iriam fechar as portas, uma vez que a empresa finlandesa deixou de comprar os componentes das empresas locais para comprar mais barato da Ásia.

(A íntegra deste conteúdo está disponível para assinantes digitais ou na versão impressa).

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