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Setores considerados terciários enfrentam dificuldade na hora de descartar lixo

Com decisão da Justiça que fechou aterro particular, empresas não têm onde jogar seus resíduos. Alternativa será incinerá-lo 19/10/2012 às 08:03
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Decisão da Justiça fechou a única empresa que estava licenciada pela Prefeitura de Manaus para receber o lixo industrial
Florêncio Mesquita ---

Empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), da construção civil e do ramo hospitalar, entre outros setores que atuam em Manaus, terão que encontrar as próprias soluções para descartar o lixo que produzem. A prefeitura não vai arcar com a destinação do lixo proveniente dos setores considerados terciários porque afirma ter responsabilidade apenas com a coleta e destinação dos resíduos domiciliares e da limpeza pública da cidade.

Desde abril deste ano, o município proibe o despejo e o tratamento de materiais denominados “resíduos de terceiros” no Aterro de Resíduos Sólidos Públicos de Manaus. Sem ter onde jogar o lixo, os setores da indústria e da construção civil apontam apenas duas opções: incineração ou envio do material para outra cidade onde há aterro licenciado para resíduos perigosos. Porém, adiantam que no Estado não há município com um aterro que atenda as especificações ambientais e que qualquer das opções irá gerar mais custos aos setores.

A situação se agravou nesta semana quando a Justiça Federal suspendeu a licença que autoriza a coleta e descarte de resíduos industriais perigosos pela Central de Energia e Tratamento de Resíduos da Amazônia Ltda.(Cetram) no aterro sanitário localizado no Distrito Industrial 2.

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