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Supremo retoma julgamento com parecer de mais dois votos sobre corrupção ativa

Ministros Celso de Mello e Ayres Britto se posicionam nesta quarta-feira (10) sobre crime de corrupção ativa contra os dez réus da Ação Penal 470. Na terça-feira (9), dos oito ministros que votaram, seis foram pela condenação de José Dirceu, sete pela de Genoino e todos pela de Delúbio Soares. 10/10/2012 às 14:40
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Ministro Celso de Mello profere neste instante seu voto quanto ao item VI da denúncia de crime por corrupção ativa
acrítica.com* ---

Supremo Tribunal Federal (STF) prossegue com o julgamento da Ação Penal (AP) 470 na sessão plenária desta quarta-feira (10), com o voto dos ministros Celso de Mello e Ayres Britto, quanto à acusação de corrupção ativa, em análise no item VI da denúncia.

A Procuradoria Geral da República (PGR) imputa o crime, previsto no artigo 333 do Código Penal, aos réus José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares, Marcos Valério, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz, Rogério Tolentino, Simone Vasconcelos, Geiza Dias e Anderson Adauto.

Veja como votou cada ministro, até o momento:

Ministro Joaquim Barbosa, relator – pela absolvição de Geiza Dias e Anderson Adauto, e pela condenação dos demais réus acusados de corrupção ativa.

Ministro Ricardo Lewandowski, revisor – pela absolvição de Geiza Dias, Anderson Adauto, Rogério Tolentino, José Genoino e José Dirceu, e pela condenação dos demais réus.

Ministra Rosa Weber – pela absolvição de Geiza Dias e Anderson Adauto, e pela condenação dos demais réus.

Ministro Luiz Fux – pela absolvição de Geiza Dias e Anderson Adauto, e pela condenação dos demais réus.

Ministro Dias Toffoli – pela absolvição de Geiza Dias, Anderson Adauto, Rogério Tolentino e José Dirceu, e pela condenação dos demais réus.

Ministra Cármen Lúcia – pela absolvição de Geiza Dias e Anderson Adauto, e pela condenação dos demais réus.

Ministro Gilmar Mendes – pela absolvição de Geiza Dias e Anderson Adauto, e pela condenação dos demais réus.

Ministro Marco Aurélio – pela absolvição de Anderson Adauto, e pela condenação dos demais réus.

*Com informações do site do STf