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SUS deve lucrar R$ 337 milhões com medicamento para o câncer fabricado no país

Com a produção nacional do Mesilato de Imatinibe, o custo do comprimido do medicamento será de R$ 17,50 (100 mg) e R$ 70 (400 mg) 21/12/2012 às 09:43
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A produção do medicamento será suficiente para atender a demanda do SUS, sendo cerca de oito mil de pacientes hospitalizados
A Crítica.com Manaus, Am

O Sistema Único de Saúde (SUS) deve lucrar emcinco anos cerca de R$ 337 milhões com a fabricação no Brasil do medicamento biotecnológicoontológico Mesilato de Imatinibe, indicado para o tratamento de Leucemia Mielóide Crônica (LMC) e Estroma Gastrointestinal ( tumor maligno so intestino) eentregue na última quarta-feira (19) ao ministro da saúde Alexandre Padilha.

O medicamento é fruto de uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP)que envolve os laboratórios públicos do Instituto de Tecnologia em Fármacos/ Farmanguinhos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, além de cinco empresas privadas.

 “E oministério reforça o compromisso de fortalecer o Complexo Industrial da Saúde eaumentar, progressivamente, a autonomia do país na produção de medicamentos,tornando-o cada vez mais independente de oscilações do mercado internacional”, falou o ministro.

Com a produção nacional do Mesilato de Imatinibe,o custo do comprimido do medicamento será de R$ 17,50 (100 mg) e R$ 70 (400 mg).Atualmente, o Ministério da Saúde compra o produto – de forma centralizada – aum preço de R$ 20,6 (100 mg) e R$ 82,4 (400 mg).

A produção nacional do Mesilato de Imatinibe serásuficiente para atender a toda a demanda do Sistema Único de Saúde –aproximadamente oito mil de pacientes hospitalizados. Já no próximo ano, aprevisão é que sejam entregues, ao SUS, cerca de quatro milhões de comprimidosdo medicamento.

Este ano, o Ministério da Saúde aprovou protocoloclínico para a incorporação no SUS, a partir do próximo mês de janeiro, domedicamento Trastuzumabe (contra câncer de mama). Atualmente, os pacientesassistidos pelo SUS têm acesso a cerca de 280 procedimentos para o tratamentode diferentes cânceres, incluindo cirurgias, medicamentos e terapias(quimioterapia e radioterapia, por exemplo).

Só este ano, o Ministério da Saúde investiu R$2,2 bilhões na assistência oncológica aos usuários do SUS. Para o próximo ano,a previsão é que estes recursos cheguem a R$ 2,4 bilhões.

O Sistema Único de Saúde (SUS) deve lucrar emcinco anos cerca de R$ 337 milhões com a fabricação no Brasil do medicamento biotecnológicoontológico Mesilato de Imatinibe, indicado para o tratamento de Leucemia Mielóide Crônica (LMC) e Estroma Gastrointestinal (tumor maligno do intestino) eentregue na última quarta-feira (19) ao ministro da saúde Alexandre Padilha.

O medicamento é fruto de uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP)que envolve os laboratórios públicos do Instituto de Tecnologia em Fármacos/Farmanguinhos daFundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Vital Brazil da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro,além de cinco empresas privadas.

 “Com estamedida, o Brasil passa a produzir um medicamento que está na última fronteirado tratamento do câncer”, destacou Alexandre Padilha.

 “E oministério reforça o compromisso de fortalecer o Complexo Industrial da Saúde eaumentar, progressivamente, a autonomia do país na produção de medicamentos,tornando-o cada vez mais independente de oscilações do mercado internacional”,completou o ministro.

Com a produção nacional do Mesilato de Imatinibe,o custo do comprimido do medicamento será de R$ 17,5 (100 mg) e R$ 70 (400 mg).Atualmente, o Ministério da Saúde compra o produto – de forma centralizada – aum preço de R$ 20,6 (100 mg) e R$ 82,4 (400 mg).

A produção nacional do Mesilato de Imatinibe serásuficiente para atender a toda a demanda do Sistema Único de Saúde –aproximadamente oito mil de pacientes hospitalizados. Já no próximo ano, aprevisão é que sejam entregues, ao SUS, cerca de quatro milhões de comprimidosdo medicamento.

Este ano, o Ministério da Saúde aprovou protocoloclínico para a incorporação no SUS, a partir do próximo mês de janeiro, domedicamento Trastuzumabe (contra câncer de mama). Atualmente, os pacientesassistidos pelo SUS têm acesso a cerca de 280 procedimentos para o tratamentode diferentes cânceres, incluindo cirurgias, medicamentos e terapias(quimioterapia e radioterapia, por exemplo).

Só este ano, o Ministério da Saúde investiu R$2,2 bilhões na assistência oncológica aos usuários do SUS. Para o próximo ano,a previsão é que estes recursos cheguem a R$ 2,4 bilhões.

O Sistema Único de Saúde (SUS) deve lucrar emcinco anos cerca de R$ 337 milhões com a fabricação no Brasil do medicamento biotecnológicoontológico Mesilato de Imatinibe, indicado para o tratamento de Leucemia Mielóide Crônica (LMC) e Estroma Gastrointestinal (tumor maligno do intestino) eentregue na última quarta-feira (19) ao ministro da saúde Alexandre Padilha.

O medicamento é fruto de uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP)que envolve os laboratórios públicos do Instituto de Tecnologia em Fármacos/Farmanguinhos daFundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Vital Brazil da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro,além de cinco empresas privadas.

 “Com estamedida, o Brasil passa a produzir um medicamento que está na última fronteirado tratamento do câncer”, destacou Alexandre Padilha.

 “E oministério reforça o compromisso de fortalecer o Complexo Industrial da Saúde eaumentar, progressivamente, a autonomia do país na produção de medicamentos,tornando-o cada vez mais independente de oscilações do mercado internacional”,completou o ministro.

Com a produção nacional do Mesilato de Imatinibe,o custo do comprimido do medicamento será de R$ 17,5 (100 mg) e R$ 70 (400 mg).Atualmente, o Ministério da Saúde compra o produto – de forma centralizada – aum preço de R$ 20,6 (100 mg) e R$ 82,4 (400 mg).

A produção nacional do Mesilato de Imatinibe serásuficiente para atender a toda a demanda do Sistema Único de Saúde –aproximadamente oito mil de pacientes hospitalizados. Já no próximo ano, aprevisão é que sejam entregues, ao SUS, cerca de quatro milhões de comprimidosdo medicamento.

Este ano, o Ministério da Saúde aprovou protocoloclínico para a incorporação no SUS, a partir do próximo mês de janeiro, domedicamento Trastuzumabe (contra câncer de mama). Atualmente, os pacientesassistidos pelo SUS têm acesso a cerca de 280 procedimentos para o tratamentode diferentes cânceres, incluindo cirurgias, medicamentos e terapias(quimioterapia e radioterapia, por exemplo).

Só este ano, o Ministério da Saúde investiu R$2,2 bilhões na assistência oncológica aos usuários do SUS. Para o próximo ano,a previsão é que estes recursos cheguem a R$ 2,4 bilhões.

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