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Telhas estão sendo fabricadas no interior do Amazonas para reforma da biblioteca pública do Estado

Produto está sendo fabricado para reforma da Biblioteca Pública, que será entregue em outubro 04/08/2012 às 09:47
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A secretária estadual de Infraestrutura, Waldívia Alencar, visitou a fábrica
jornal a crítica Manaus

A unidade fabril da Cerâmica Manauara, da marca Miranda Corrêa, empresa situada no km 2 da Rodovia Carlos Braga, no município de Iranduba (a 25 quilômetros de Manaus), iniciou, na última quinta-feira (2) a fabricação das telhas de época, da Biblioteca Pública do Estado. A empresa é a responsável pela fabricação das telhas de tipologia do século passado, que foram encomendadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra) e que vão compor o telhado da Biblioteca Pública Estadual, que passa por obras complementares finais.

A secretária estadual de Infraestrutura, Waldívia Alencar, esteve no local acompanhando a fabricação e os cuidados com o material que está sendo produzido que possui características específicas. Juntamente com engenheiros e técnicos da Seinfra, a secretária alertou a empresa sobre os cumprimentos dos prazos de entrega, já que o objetivo é reabrir o prédio e entregá-lo à sociedade para utilização tão logo seja restaurado.

Conforme informou a diretora e administradora da empresa, Glória Macedo, na quarta-feira, tiveram início os testes com o material e, a partir de quinta iniciou-se a fabricação das telhas de tipologia do século passado da Biblioteca. Segundo ela, por ser um material que deixou de ser fabricado no mercado há pelo menos 30 anos, a empresa necessitou fazer testes no molde que possui detalhes antigos. “A telha Marselha tem uma característica de ser um modelo que só era fabricado artesanalmente, por isso, os principais cuidados devem ser dados na hora das etapas iniciais de fabricação, como na moldagem. Mas, depois disso, fica perfeito e pronto para fazer o telhamento”, garantiu a diretora.

Empresa tem 60 dias para entregar telhas
A empresa vai destinar duas de suas linhas de produção para se dedicar exclusivamente à demanda do Governo do Estado. Um total de 50 pessoas está envolvido no processo de fabricação. A empresa tem 60 dias para concluir a fabricação das peças seculares.