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AMAZONINO

Amazonino vota na Sefaz, diz que sua experiência é o diferencial e critica Braga

Em busca do quarto mandato de governador, Amazonino acumula em seu currículo três de prefeito e um de senador em seu currículo, Amazonino Mendes afirma que sua experiência é o diferencial nessa campanha 27/08/2017 às 09:39 - Atualizado em 27/08/2017 às 12:18
Camila Pereira Manaus (AM)

Acompanhado de aliados do PDT, diferente do primeiro turno, o candidato ao cargo de governador na eleição suplementar, Amazonino Mendes (PDT), votou às 9h neste domingo (27), em Manaus, na sede da Secretaria do Estado da Fazenda (Sefaz), na Zona Centro-Sul da cidade. Em entrevista, o candidato criticou a postura de seu adversário Eduardo Braga (PMDB), durante o processo eleitoral.

Em busca do quarto mandato de governador, Amazonino acumula em seu currículo três de prefeito e um de senador em seu currículo, Amazonino Mendes afirma que sua experiência é o diferencial nessa campanha para um mandato de pouco mais de um ano.

 No primeiro turno o candidato Amazonino, da Coligação “Movimento pela Reconstrução do Amazonas”, teve 38,77% dos votos, o que corresponde a 577.397. Entre aqueles que acompanharam o candidato no local de votação, estavam o deputado federal Hissa Abrahão, o vice-presidente do PDT no Amazonas, Stones Machado, e o vice na chapa, Bosco Saraiva..

 O candidato que encabeça a coligação “Movimento pela reconstrução do Amazonas” comentou sobre a campanha e também sobre a alta abstenção durante o primeiro turno e que pode se repetir nesta segunda fase do pleito.  

“Atravessamos uma campanha singular, diferente. Isto induz a abstenção. Não é uma campanha, é uma candidatura. Isso explica a enorme abstenção. Nós temos um País que está absolutamente atônito com os que os políticos fizeram com a administração pública. Um País descrente e nós pertencemos a este país. O Amazonas se desgovernou de forma tal, que a própria população hoje com 300 mil desempregados também partiu para essa campanha descrente”, disse Mendes.

 Amazonino destacou que a campanha de sua coligação foi feita de forma limpa e digna. "Respeitamos o eleitor ao reverso não tivemos o mesmo comportamento do lado adversário. Esse comportamento não permitiu que eu fosse ao debate, falar sobre propostas. Não há propostas. Foi uma campanha suja. Hoje acredito que seja um marco, quero dar a minha contribuição", disse.  

O candidato pedetista criticou as ações de seu adversário durante a campanha eleitoral, principalmente durante a propaganda gratuita. "Pra que guardar raiva? Foi um cara que eu ajudei a ser governador, prefeito, organizei a vida dele. Os insultos que ele faz é fraqueza dele. A gente fica pesaroso. Você vê que o povo está elegendo um nome como o meu, que está a tanto tempo distante do processo político. Isso tem uma explicação.".

“Vou usar o termo apropriado, correto e duro. Ter ódio é burrice. Porque antes de atingir a pessoa odiada, você se atinge”, disse. “Um governante, por exemplo, não pode ter ira, raiva, raiva, não pode perseguir, destruir empresas, isso é coisa baixa, não é correto. Esse equilíbrio é fundamental”.

Amazonino agradeceu a população que acolheu a sua candidatura. “Minha profunda gratidão como o povo me acolheu durante muito tempo. Isso é de um valor imensurável, não dá para explicar o sentimento que me invade. Isso aumenta o meu compromisso”, afirmou. "O que a gente pode prometer é trabalho e suor".

O candidato a vice-governador na chapa, deputado Bosco Saraiva (PSDB), que acompanhou a votação de Amazonino, votou na Escola Estadual Maria Amélia, na rua das Juremas, conjunto Kissia, bairro Dom Pedro.

Após a votação, Amazonino foi até o condomínio Efigênio Sales, localizado na avenida de mesmo nome, onde encontrou com aliados políticos. De lá, ele seguiu para casa, onde irá acompanhar a apuração dos votos junto com familiares, amigos e aliados políticos.