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A cultura parintinense marca a última noite de apresentações do Caprichoso

Tradição, cultura e folclore são retratados durante a abertura da última noite do 47º Festival Folclórico de Parintins (a 325 quilômetros de Manaus) 02/07/2012 às 02:14
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Caprichoso abre apresentação com as crianças da Escola de Artes
Mariana Lima Parintins (AM)

A cultura parintinense entra em foco no boi Caprichoso. O Cordão de Pastorinhas, tribos indígenas e o bailado tradicional do Boi Bumbá Caprichoso são alguns dos elementos que serão levados para a Arena neste domingo (01).


A apresentação do boi azul e branco começou com a participação de itens mirins da escolinha de artes do Caprichoso como a Marujada, Sinhazinha, tripa e Rainha do Folclore, que por alguns minutos, dançaram junto com os itens oficiais do boi.

O levantador de toadas, David Assayag, entrou na arena munido do seu violão e cantou, de forma acústica, “O Meu Amor é Caprichoso”, levando a galera azulada ao delírio.

O primeiro item feminino a aparecer foi Jeane Benoliel, a porta-estandarte do Caprichoso, que surgiu em uma alegoria que carregava um boi gigante que era protegido pela vaqueirada mirim.


Outro ponto alto da apresentação do Caprichoso foi o surgimento da cunha-poranga, Maria Azêdo, em cima da cabeça de uma cobra, no meio da Galera. A cunha foi levada para Arena por meio de uma alegoria de um beija-flor gigante que a carregou no bico.

A Rainha do Folclore, Brena Dianá, surgiu de uma arraia que estava localizada debaixo de uma alegoria gigante arrancando aplausos da galera.

A alegoria dos Mundurucus foi uma das que mais chamou a atenção. Boneco gigante que carregava duas cabeças de índios deu lugar para o novo surgimento da cunha-poranga.

Thainá Valente, a Sinhazinha da Fazenda, surgiu dentro de uma alegoria que homenageava os artesões caboclos do Caprichoso. O vestido dela foi todo construído com fibras locais.